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Menina de 11 anos é levada pela mãe à consulta médica em
Unidade Básica de Saúde (UBS), com história de cansaço, palidez
cutânea e baixo rendimento escolar nos últimos 3 meses. Ao
exame físico, mucosas hipocrômicas (3+/4+); palidez cutânea.
Pulso radial: 104 bpm, rítmico e cheio. Aparelho cardiovascular:
sopro sistólico 2/6. Restante do exame físico sem alterações.
Mãe apresenta hemograma da menina realizado há 2 semanas.
Diante do caso apresentado, assinale a alternativa mais adequada.
Diante do caso apresentado, assinale a alternativa mais adequada.
Mulher de 72 anos, previamente hígida, com menopausa
aos 53 anos, obesa, solteira e nulípara, nunca fez reposição
hormonal. Chega à Unidade de Pronto Atendimento (UPA)
com sangramento vaginal há dois dias, hemodinamicamente
estável. Nega sangramentos anteriores. Realizou exame
especular, com os seguintes achados: mucosa vaginal sem
alterações, colo uterino contendo lesão polipoide que se
exteriorizava pelo orifício externo, ectocérvice sem alterações,
anexos livres. À ultrassonografia transvaginal, útero contendo
3 nódulos, medindo respectivamente 2,5 cm, 3,5 cm e 1,5 cm
em seus maiores diâmetros, sendo o 1º e o 2º intramurais e
o 3º submucoso. Endométrio medindo 8 mm de espessura.
Colo uterino mostrando lesão polipoide no canal endocervical,
medindo 1,5 cm em sua maior dimensão.
Qual é a principal hipótese diagnóstica?
Qual é a principal hipótese diagnóstica?
Paciente de 45 anos atendida na Unidade Básica de Saúde
(UBS) com dor ocular. Referiu que estava realizando limpeza
doméstica com alvejante e deixou atingir o olho, acidentalmente.
Ao exame físico, foi observada presença de hiperemia intensa
com opacidade da córnea e queimadura química da pálpebra
superior do olho direito.
Qual é o correto manejo da paciente?
Qual é o correto manejo da paciente?
Menina de 1 ano e 10 meses é levada ao serviço de urgência
com quadro de tosse e dispneia há 4 dias. A mãe refere que
aumentou a frequência de salbutamol, que usa rotineiramente,
porém não observou melhora, com piora da dispneia há 6 horas.
Relata frequentes exacerbações da asma nos últimos 3 meses,
apesar da utilização de prednisolona. História familiar: pai e mãe
asmáticos. Ao exame físico, lactente no colo da mãe, afebril,
sonolenta, taquidispneica, choro entrecortado, saturação 94%
em ar ambiente, retração de musculatura acessória.
Além da internação da criança, a conduta adequada é prescrever
Além da internação da criança, a conduta adequada é prescrever
Homem de 56 anos, em acompanhamento médico por angina
instável de início recente, diabetes mellitus tipo 2, hipertensão
arterial sistêmica e dislipidemia, é internado em unidade
coronariana de hospital de atenção terciária com quadro de dor
torácica em aperto, de forte intensidade, irradiada para o membro
superior esquerdo e mandíbula, iniciada há cerca de 2 horas. O
paciente relata ter sofrido 3 episódios de dor com características
similares, mas de menor duração, nas últimas 24 horas. Ele
vem em uso crônico de losartana, hidroclorotiazida, ácido
acetilsalicílico, dapagliflozina, metformina e atorvastatina. Ao
exame físico, ausculta-se 4ª bulha, níveis pressóricos dentro da
normalidade, sem congestão pulmonar. Um eletrocardiograma
mostra novo infradesnivelamento segmento ST de 1 mm, com
inversão de onda T, em parede anterior. O paciente evolui com
elevação da troponina-I, fazendo curva enzimática. O escore
de risco Grace é de 152 pontos, enquanto o TIMI risk score é
de 5 pontos.
A conduta indicada nesse caso é realizar
A conduta indicada nesse caso é realizar