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Homem de 23 anos, previamente hígido, procura atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) relatando que há cerca de 2 horas foi mordido por um gato de rua ao tentar retirá-lo de cima de uma árvore. A mordida resultou em feridas cortocontusas nos dedos da mão esquerda. Paciente nega episódios anteriores de agressões desse tipo. O animal, que não pertence a ninguém da vizinhança, fugiu após ser resgatado. Na cidade, no ano anterior, houve a confirmação de raiva em felinos.
A conduta adequada no atendimento imediato ao paciente é
Gestante de 28 anos, idade gestacional desconhecida, situação de vulnerabilidade social, chega, trazida pelo Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (SAMU), com sangramento vaginal intenso, hipertonia uterina, pressão arterial de 130 x 90 mmHg, altura uterina de 32 cm, batimentos cardíacos fetais de 90 bpm. Toque vaginal: colo grosso, posterior impérvio. A acompanhante refere que a paciente fez uso de cocaína antes do ocorrido.
O diagnóstico, a conduta adequada e a complicação possível são, respectivamente,
Homem de 72 anos, encaminhado a ambulatório especializado, com queixa de dor epigástrica, com irradiação em faixa para região dorsal há 3 meses e perda de 8 kg. Queixa-se que na última semana está com prurido, icterícia, náuseas, colúria e acolia. Refere carga tabágica de 30 maços/ano e consumo de bebida alcoólica há 35 anos. Há 15 anos, trata de dislipidemia, hipertensão arterial e diabetes mellitus. Índice de massa corporal de 30 kg/m2 .
Com base na principal hipótese diagnóstica, quais exames iniciais devem ser solicitados?
Adolescente de 13 anos, sexo masculino, procura atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) devido a manchas escurecidas nas dobras do pescoço, axilas e virilhas. Ao exame físico, índice de massa corporal está no Z escore entre +2 e +3 para a idade e sexo, relação da circunferência abdominal/estatura aumentada, com manchas hipercrômicas no pescoço, axilas e raiz da coxa, sem outros achados significativos.
Além de prescrever mudança de hábitos alimentares e aumento da atividade física, deve-se
Mulher de 55 anos, sem história de doenças crônicas, procura atendimento por queixa de cefaleia persistente em ambos os lados do crânio, associada a alterações de visão (amaurose fugaz e diplopia), cansaço e artralgias. Relata dor em todo o couro cabeludo. Notou perda de peso (2 kg em 2 meses). Nega fotofobia ou fonofobia, febre ou náuseas, e afirma que não acorda de madrugada por conta da cefaleia. Nega qualquer problema de ordem emocional. Ao exame, a paciente encontrase afebril, com pupilas isocóricas e sem rigidez de nuca.
Qual é o tipo de cefaleia dessa paciente, e qual exame seria útil na sua investigação preliminar, respectivamente?