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Homem de 61 anos comparece à consulta com queixa de lesão no pênis há 3 meses, a qual se desenvolveu após episódio de eritema, prurido e fissura local, sem melhora após o uso de antibiótico por 30 dias. Como antecedentes pessoais, relata ter feito tratamento de HPV há 2 anos.
Ao exame físico do pênis, odor fétido à retração prepucial, com má higienização local; lesão com aspecto verrucoso na glande; presença de linfonodos inguinais bilaterais à palpação, indolores, arredondados e imóveis.
Considerando o diagnóstico mais provável, qual é a conduta adequada?
Em Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mulher de 30 anos, negra, casada, refere vários episódios de dores nas pernas no último ano, às vezes com edema local, e dores torácicas, associadas à febre, coriza e tosse, apresentando melhora com paracetamol há 1 semana. Relata fortes dores em membros inferiores, intensidade 8/10, sem irradiação, e dor na região lombar, fadiga, indisposição e edema doloroso em tornozelo sem melhora, com utilização de analgésicos há 1 dia. Pai faleceu aos 40 anos devido a acidente vascular encefálico. Exame físico: eupneica; afebril; mucosas descoradas (++/4+); icterícia (+/4+). Sem alterações nos sinais vitais. Ausculta cardíaca com sopro sistólico (++/4+). Abdome plano, sem visceromegalias. Edema unilateral sem empastamento em tornozelo esquerdo (++/4+), associado à úlcera maleolar de 2 cm, com secreção purulenta e hiperemia nas bordas.
Os exames laboratoriais apresentam os seguintes resultados:
                                                           Imagem associada para resolução da questão

Qual achado no exame complementar confirma a principal hipótese diagnóstica para o caso?
Mulher de 82 anos, com diagnóstico de câncer de pâncreas, foi levada pela filha para atendimento. Após avaliação clínica e realização de exames, o médico informa que o caso está fora de possibilidade terapêutica. A filha insiste na realização de um tratamento novo com um medicamento importado que ela viu na internet, enquanto a paciente, lúcida e capaz, discorda da utilização de intervenções experimentais.
O médico, ao concordar com a decisão da paciente, está resguardado pelo princípio bioético da
Criança de 3 anos é trazida à Unidade Básica de Saúde (UBS) com quadro de diarreia aquosa de grande volume, com aparência de água de arroz e um forte odor de peixe podre. A mãe relata que a criança está assim há 2 dias, mas no dia da consulta ficou prostrada, mal conseguia andar. Eles moram numa área de ocupação, sem saneamento básico nem água tratada. Relata também que outras crianças estão com quadro semelhante. Ao exame físico, desidratação grave, abdome com peristaltismo presente, timpânico, indolor à palpação, sem visceromegalias. Considerando esse caso clínico, a principal hipótese diagnóstica a ser investigada é
Adolescente de 14 anos comparece à consulta acompanhada da mãe. Estão preocupadas porque, mesmo após 18 meses da menarca, a adolescente ainda apresenta ciclos menstruais irregulares, que variam entre 35 a 90 dias, e sangramento que dura de 3 a 7 dias. A paciente nega fluxo intenso, dor pélvica significativa ou início da atividade sexual. Apesar do quadro relatado, ela nega prejuízo de suas atividades. Ao exame físico, não foram encontradas alterações significativas.
Qual é a conduta adequada nesse caso?