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Uma mulher com 38 anos de idade comparece ao pronto
atendimento com dor em baixo ventre de forte intensidade há
algumas horas. A paciente refere que vinha sentindo um leve
incômodo em baixo ventre, mas há algumas horas sente dor de
forte intensidade em abdome, mais localizada em baixo ventre.
Não tem fatores de melhora e piora ao caminhar. Refere
náuseas e um episódio de vômito. Nega febre. Como
antecedentes já teve uma doença inflamatória pélvica há
alguns anos, tratada com antibióticos. Está casada há 10 anos,
não utiliza método anticoncepcional hormonal e não usa
preservativo em todas as relações. Tem dois filhos que
nasceram de parto normal. Nega patologias clínicas. A data da
última menstruação foi há aproximadamente 7 semanas. Ao
exame, apresenta regular estado geral, lúcida e
contactuante, afebril, descorada (++/++++), com pressão
arterial de 100 x 55 mmHg e pulso de 110 batimentos por
minuto. Exame cardiopulmonar sem anormalidades.
Abdome distendido, doloroso, descompressão brusca presente
em fossa ilíaca direita. Ruídos hidro aéreos presentes, mas
diminuídos. Exame especular sem sangramento, presença de
discreta leucorreia fluida sem sinais de vulvovaginite. Toque
vaginal com muita dor, dificultando o exame, mas o útero está
de tamanho, forma e consistência normal; sente muita dor à
palpação de fundo de saco.
Considerando o quadro clínico apresentado, assinale a opção que apresenta, respectivamente, a principal hipótese diagnóstica e a conduta correta a ser realizada.
Considerando o quadro clínico apresentado, assinale a opção que apresenta, respectivamente, a principal hipótese diagnóstica e a conduta correta a ser realizada.
Um médico de plantão em uma unidade de saúde materno?
infantil de hospital secundário recebe a informação de parto de
uma gestante com antecedente de tratamento de sífilis
primária no segundo trimestre da gestação, com penicilina
benzatina 2.4000.000 UI, dose única, via intramuscular. O parto
foi normal, sem intercorrências, com recém?nascido (RN) a
termo, capurro de 39 semanas e 4 dias, peso: 3.450 g, estatura:
49 cm e apgar: 9?10; ele está assintomático e com exame físico
sem alterações. Houve a coleta de sorologias da mãe e do RN. Os resultados do VDRL mostram títulos maternos de 1:4 e
títulos do RN de 1:32.
Em relação ao recém?nascido, a conduta a ser adotada é
Em relação ao recém?nascido, a conduta a ser adotada é
Um homem com 33 anos de idade chega para atendimento no
Pronto?Socorro de hospital de nível secundário. Relata vômitos
com sangue assim como fezes escurecidas e fétidas há 1 dia. Ao
exame físico, encontra?se descorado, taquicárdico, hipotenso.
Realizou endoscopia digestiva alta que evidenciou úlcera
péptica pré?pilórica (tipo III de lohnson), com sangramento em
jato proveniente da lesão (Classificação Ia de Forrest), sendo
realizada hemostasia da ulceração com solução de adrenalina.
Doze horas após a terapêutica endoscópica, apresentou
novamente vômitos com sangue em grande quantidade,
frequência cardíaca de 110 batimentos por minuto e pressão
arterial de 80 x 40 mmHg.
Com base na história clínica do paciente e nos dados do exame físico, o tratamento adequado deve ser
Com base na história clínica do paciente e nos dados do exame físico, o tratamento adequado deve ser
Uma jovem com 19 anos de idade chega para consulta na
Unidade de Pronto Atendimento por icterícia e desconforto no
quadrante superior direito do abdome. A paciente refere que
vem se sentindo cansada há aproximadamente 10 dias,
acrescentando que, nos primeiros 2 dias desse quadro,
apresentou febre (38 ?C na região axilar) e artralgia, coriza,
tosse seca, perda de apetite, náuseas e dois episódios de
vômitos. Conta ainda que, quando a icterícia apareceu, os
sintomas melhoraram bastante e que agora sente apenas um
pouco de desconforto no quadrante superior direito do
abdome e leve diminuição do apetite. Ao exame físico, a
paciente apresenta regular estado geral, ictérica e com fígado
palpável 2 cm abaixo do rebordo costal; o baço não é palpável.
Considerando o quadro clínico e os dados apresentados, a principal hipótese diagnóstica dessa paciente é
Considerando o quadro clínico e os dados apresentados, a principal hipótese diagnóstica dessa paciente é
Primigesta com 36 anos de idade e com 26 semanas de
gestação comparece à consulta de rotina de pré?natal na
Unidade de Saúde da Família (USF). A paciente nega queixas,
apresenta situação vacinal atualizada, sorologias de segundo
trimestre negativas e procura checagem do resultado do teste
oral de tolerância à glicose, realizado há 1 semana. O resultado
da glicemia de jejum de primeiro trimestre foi de 90 mg/dL.
O médico de Família e Comunidade identifica, no teste oral de
tolerância à glicose, glicemia de jejum de 85 mg/dL e encontra
o valor de 192 mg/dL na dosagem após 1 hora de sobrecarga e
o de 180 mg/dL na dosagem após 2 horas.
Com relação a esse caso, quais são, respectivamente, o diagnóstico e a conduta corretos?
Com relação a esse caso, quais são, respectivamente, o diagnóstico e a conduta corretos?