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Paciente de 67 anos, com histórico de tabagismo, doença arterial isquêmica e fibrilação atrial, apresenta quadro
de hemoptise volumosa. Ele está em uso de varfarina.
Ao exame, ele ainda expectora pequenas quantidades de
sangue vermelho brilhante, após dois episódios maiores
(com perda de aproximadamente 500 mL de sangue);
pressão arterial: 98 x 69 mmHg; frequência cardíaca arrítmica: 130 bpm; frequência respiratória: 28 irpm; saturação de oxigênio de 93% com 15L/min de oxigênio, via
máscara não-reinalante. A radiografia de tórax demonstra
opacidades densas nas zonas média e inferior do lado
direito. Qual é a próxima e mais relevante estratégia de
manejo desse paciente?
Homem de 43 anos é admitido na UTI devido à insuficiência respiratória. O histórico é relevante para HIV e
contagem de CD4+ de 60 células/mm3. A intubação foi
realizada no 2º dia após agravamento do quadro e o lavado broncoalveolar (LBA) inicial é negativo para Pneumocystis jirovecii. No 8º dia ele continua febril, embora
todas as culturas sanguíneas sejam negativas. Um novo
LBA é realizado, pois o paciente agora apresenta secreções sanguinolentas, piora das alterações radiográficas
pulmonares e aumento da necessidade de oxigenação,
vindo positivo para citomegalovírus (CMV). Não há evidências de infecção bacteriana ou fúngica, incluindo
Pneumocystis jirovecii e herpes. Nesse cenário, é correto
afirmar que
Paciente previamente saudável de 59 anos está internado devido a peritonite difusa após perfuração do cólon
sigmoide. Após a laparotomia, o paciente encontra-se
hipotenso e taquicárdico, sem sinais de sangramento.
Ele está com extremidades frias, com tempo de enchimento capilar retardado e hipotensão. O exame abdominal revela abdome flácido, não distendido, com pouca
saída de líquido no dreno. Os resultados laboratoriais
relevantes mostram: hemoglobina: 8,1 g/dL; plaquetas:
51.000/mm3; tempo de protrombina: 29 segundos (normal: 9 a 14); tempo de tromboplastina parcial ativado:
49 segundos (normal: 23,5 a 37,5); fibrinogênio sérico:
154 mg/dL (normal: 200 a 400). Qual é o manejo mais
apropriado nesse momento?
Mulher de 67 anos com história de trombose venosa profunda há 15 anos e meningioma estável apresenta quadro de dispneia e hipotensão de 88 x 58 mmHg, mesmo
após um bolus inicial de cristaloide. A ecocardiografia
revela ventrículo direito dilatado com movimento paradoxal da parede septal; nota-se um trombo longo, fino e
móvel no átrio direito (trombo tipo A), que é confirmado
na angiografia pulmonar por tomografia, além de evidenciar embolia pulmonar nas artérias pulmonares principais
direita e esquerda. Qual é a melhor abordagem para o
manejo desse paciente?