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Disciplina:
Pedagogia
A avaliação do ensino e aprendizagem sempre foi motivo de controvérsias no cenário educativo, isto porque durante um tempo sua práxis esteve enraizada como processo de aprovação ou reprovação. Essas convicções, demandaram outras perspectivas mais abrangentes, ou seja, como ato pedagógico e dialético entrelaçados pelos princípios políticos, sociais, éticos e culturais voltados para o respeito e consideração pela aprendizagem humana.
CUTOLO, Angela; STERING, Silvia Maria dos Santos. Concepções e práticas da avaliação.1. ed. Curitiba: Appris Ltda,2021. (adaptado).
A respeito dos diferentes tipos de práticas da avaliação do ensino e aprendizagem, avalie as afirmações a seguir:
I. A avaliação exerce a função diagnóstica quando utilizada para identificar em que momento no processo de construção do conhecimento o aluno se encontra.
II. Denomina-se e identifica-se como avaliação diagnóstica, democrática, transdisciplinar e plural ao contrapor-se com as finalidades de classificar e punir.
III. Cumpre sua tarefa formativa quando tem como finalidade relacionar as informações relativas à evolução do processo de aprendizagem dos alunos.
É CORRETO o que se afirma em:
CUTOLO, Angela; STERING, Silvia Maria dos Santos. Concepções e práticas da avaliação.1. ed. Curitiba: Appris Ltda,2021. (adaptado).
A respeito dos diferentes tipos de práticas da avaliação do ensino e aprendizagem, avalie as afirmações a seguir:
I. A avaliação exerce a função diagnóstica quando utilizada para identificar em que momento no processo de construção do conhecimento o aluno se encontra.
II. Denomina-se e identifica-se como avaliação diagnóstica, democrática, transdisciplinar e plural ao contrapor-se com as finalidades de classificar e punir.
III. Cumpre sua tarefa formativa quando tem como finalidade relacionar as informações relativas à evolução do processo de aprendizagem dos alunos.
É CORRETO o que se afirma em:
Disciplina:
Pedagogia
Atualmente, a teorização sobre currículo escolar na tentativa de melhor compreender seus pressupostos e significados mediante sua forma processual e prática, à luz de sua função social como ponte entre a sociedade e a escola, vem contribuindo para diferentes definições, acepções e perspectivas em torno de um processo de autocrítica e autorregulamentação no convergir de suas funções como expressão cultural e de socialização que a escola concebe por conteúdos curriculares.
SACRISTÁN, J. Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Tradução Ernani F. da F. Rosa.3. ed. Penso Editora,2020. (adaptado).
Considerando o fragmento do texto sobre as definições e acepções de currículo, avalie as afirmações a seguir:
I. O currículo consiste na expressão da função socializadora da escola.
II. Na perspectiva de contribuir com o interesse emancipatório, o currículo deve ser uma prática sustentada pela reflexão enquanto práxis.
III. O currículo desempenha missões distintas nos diferentes níveis educativos, na conformidade com as características destes, à medida que refletem diversas finalidades desses níveis.
IV.Sob o ponto de vista democrático, o currículo escolar deve ser permeado pelas teorias de cunho ideológico ao planejar, sequenciar e ordenar metodologicamente o conjunto de disciplinas.
V. Pode ser conceituado como um elemento nuclear de referência para analisar o que a escola é de fato como instituição cultural e na hora que elabora um projeto alternativo institucional.
É CORRETO apenas o que se afirma em:
SACRISTÁN, J. Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Tradução Ernani F. da F. Rosa.3. ed. Penso Editora,2020. (adaptado).
Considerando o fragmento do texto sobre as definições e acepções de currículo, avalie as afirmações a seguir:
I. O currículo consiste na expressão da função socializadora da escola.
II. Na perspectiva de contribuir com o interesse emancipatório, o currículo deve ser uma prática sustentada pela reflexão enquanto práxis.
III. O currículo desempenha missões distintas nos diferentes níveis educativos, na conformidade com as características destes, à medida que refletem diversas finalidades desses níveis.
IV.Sob o ponto de vista democrático, o currículo escolar deve ser permeado pelas teorias de cunho ideológico ao planejar, sequenciar e ordenar metodologicamente o conjunto de disciplinas.
V. Pode ser conceituado como um elemento nuclear de referência para analisar o que a escola é de fato como instituição cultural e na hora que elabora um projeto alternativo institucional.
É CORRETO apenas o que se afirma em:
Leia o excerto adaptado de Preti (1994): As variedades diastráticas ocorrem em um plano vertical, isto é, dentro da linguagem de uma comunidade específica, seja urbana, seja rural.

AB – eixo horizontal das variantes geográficas. ab, cd, ef, gh, ij – eixos verticais das variantes socioculturais.
Nesse cenário, as variações socioculturais podem ser influenciadas por fatores ligados diretamente ao falante (ou ao grupo a que pertence) ou à situação ou a ambos simultaneamente.
Após a leitura do excerto, marque a resposta que associa corretamente o conceito e sua indicação com exemplo dado:

AB – eixo horizontal das variantes geográficas. ab, cd, ef, gh, ij – eixos verticais das variantes socioculturais.
Nesse cenário, as variações socioculturais podem ser influenciadas por fatores ligados diretamente ao falante (ou ao grupo a que pertence) ou à situação ou a ambos simultaneamente.
Após a leitura do excerto, marque a resposta que associa corretamente o conceito e sua indicação com exemplo dado:
Leia, com atenção, os excertos abaixo:
“De hoje em diante, que fique combinado que não haverá mais ‘índio’ no Brasil. Fica acertado que os chamaremos indígenas, que é a mesma coisa que nativo, original de um lugar. Certo? Bem, calma lá. Alguém me soprou uma questão: mais índio e indígena não é a mesma coisa? Pois é. Não, não é. Digam o que disserem, mas ser um indígena é pertencer a um povo específico, Munduruku, por exemplo. Ser ‘índio’ é pertencer a quê? É trazer consigo todos os adjetivos não apreciados em qualquer ser humano. Ela é uma palavra preconceituosa, racista, colonialista, etnocêntrica, eurocêntrica. Acho melhor não a usarmos mais, não é?”
Fonte: Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica Currículo da cidade: povos indígenas: orientações pedagógicas. – São Paulo: SME / COPED,2019, p.16.
“Ao mesmo tempo, a linguagem como produtora de conhecimento, ao não apresentar de maneira sistemática e elaborada elementos da história e da cultura africanas e afro-brasileiras, elimina não só a possibilidade de as crianças conhecerem tal história e cultura, como também leva à idéia de que não possuem importância, portanto sua ausência se torna normal, natural, a ponto de nem ser denunciada e desejada. Esse fato configura um círculo vicioso de silêncio e silenciamento, que dificulta a reflexão das crianças sobre as relações raciais no cotidiano escolar e, ao mesmo tempo, sobre o próprio pertencimento racial. Por extensão, que essas crianças reflitam e ajam sobre as discriminações experienciadas e percebidas no dia a dia.”
Fonte: Cavalleiro, E. Discriminação racial e pluralismo em escolas públicas da cidade de São Paulo. In: Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD). Educação anti-racista: caminhos abertos pela lei federal nº 10.639/03. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (MEC-SECAD),2005. p.99.
A partir dos excertos apresentados, um caminho eficaz que a escola deve assumir, considerando que o espaço escolar deve romper com práticas racistas e discriminatórias e promover uma educação que reconheça e promova a diversidade étnico-racial, é
“De hoje em diante, que fique combinado que não haverá mais ‘índio’ no Brasil. Fica acertado que os chamaremos indígenas, que é a mesma coisa que nativo, original de um lugar. Certo? Bem, calma lá. Alguém me soprou uma questão: mais índio e indígena não é a mesma coisa? Pois é. Não, não é. Digam o que disserem, mas ser um indígena é pertencer a um povo específico, Munduruku, por exemplo. Ser ‘índio’ é pertencer a quê? É trazer consigo todos os adjetivos não apreciados em qualquer ser humano. Ela é uma palavra preconceituosa, racista, colonialista, etnocêntrica, eurocêntrica. Acho melhor não a usarmos mais, não é?”
Fonte: Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica Currículo da cidade: povos indígenas: orientações pedagógicas. – São Paulo: SME / COPED,2019, p.16.
“Ao mesmo tempo, a linguagem como produtora de conhecimento, ao não apresentar de maneira sistemática e elaborada elementos da história e da cultura africanas e afro-brasileiras, elimina não só a possibilidade de as crianças conhecerem tal história e cultura, como também leva à idéia de que não possuem importância, portanto sua ausência se torna normal, natural, a ponto de nem ser denunciada e desejada. Esse fato configura um círculo vicioso de silêncio e silenciamento, que dificulta a reflexão das crianças sobre as relações raciais no cotidiano escolar e, ao mesmo tempo, sobre o próprio pertencimento racial. Por extensão, que essas crianças reflitam e ajam sobre as discriminações experienciadas e percebidas no dia a dia.”
Fonte: Cavalleiro, E. Discriminação racial e pluralismo em escolas públicas da cidade de São Paulo. In: Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD). Educação anti-racista: caminhos abertos pela lei federal nº 10.639/03. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (MEC-SECAD),2005. p.99.
A partir dos excertos apresentados, um caminho eficaz que a escola deve assumir, considerando que o espaço escolar deve romper com práticas racistas e discriminatórias e promover uma educação que reconheça e promova a diversidade étnico-racial, é
Leia, com atenção, os excertos a seguir:
“A relação entre educação básica e profissional no Brasil está marcada historicamente pela dualidade. Nesse sentido, até o século XIX, não há registros de iniciativas sistemáticas que hoje possam ser caracterizadas como pertencentes ao campo da educação profissional. O que existia até então era a educação propedêutica para as elites, voltada para a formação de futuros dirigentes.”
Fonte: Documento base da educação profissional técnica de nível médio integrada ao Ensino Médio,2007, p.10)
“Os Institutos Federais, com uma proposta singular de organização e gestão, no diálogo com as realidades regional e local e em sintonia com o global, costuram o tecido de uma rede social capaz de gerar, em resposta às demandas de desenvolvimento sustentável e inclusivo, arranjos e tecnologias educacionais próprios. Vislumbra-se que se constituam em marco nas políticas educacionais no Brasil, pois desvelam um projeto de nação que se pretende social e economicamente mais justa. Na esquina do tempo, essas instituições podem representar o desafio a um novo caminhar na produção e democratização do conhecimento.” (Pacheco,2015, p.27).
Com base na leitura dos excertos, é fundamental o entendimento de que a história da educação profissional no Brasil tem, na criação dos Institutos Federais, a afirmação do compromisso democrático, ético e cidadão de ruptura com a dualidade entre uma formação para a elite e outra para os trabalhadores. Nessa perspectiva, segundo Pacheco (2015), entre os conceitos fundamentais para a compreensão das concepções que orientam a criação dos Institutos Federais está:
“A relação entre educação básica e profissional no Brasil está marcada historicamente pela dualidade. Nesse sentido, até o século XIX, não há registros de iniciativas sistemáticas que hoje possam ser caracterizadas como pertencentes ao campo da educação profissional. O que existia até então era a educação propedêutica para as elites, voltada para a formação de futuros dirigentes.”
Fonte: Documento base da educação profissional técnica de nível médio integrada ao Ensino Médio,2007, p.10)
“Os Institutos Federais, com uma proposta singular de organização e gestão, no diálogo com as realidades regional e local e em sintonia com o global, costuram o tecido de uma rede social capaz de gerar, em resposta às demandas de desenvolvimento sustentável e inclusivo, arranjos e tecnologias educacionais próprios. Vislumbra-se que se constituam em marco nas políticas educacionais no Brasil, pois desvelam um projeto de nação que se pretende social e economicamente mais justa. Na esquina do tempo, essas instituições podem representar o desafio a um novo caminhar na produção e democratização do conhecimento.” (Pacheco,2015, p.27).
Com base na leitura dos excertos, é fundamental o entendimento de que a história da educação profissional no Brasil tem, na criação dos Institutos Federais, a afirmação do compromisso democrático, ético e cidadão de ruptura com a dualidade entre uma formação para a elite e outra para os trabalhadores. Nessa perspectiva, segundo Pacheco (2015), entre os conceitos fundamentais para a compreensão das concepções que orientam a criação dos Institutos Federais está: