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A mediação de conflitos é um processo em que uma pessoa, denominada mediador, auxilia os envolvidos na busca pela resolução de um problema, conduzindo para um acordo aceito pelas partes, as quais se comprometem com a manutenção do que foi estabelecido. Esse processo exige um mediador coerente e organizado, que saiba conduzir suas etapas. Outras características são necessárias ao mediador: olhar e escuta diferenciadas, postura ética, garantia de sigilo e
A legislação social no Brasil referente à criança, ao adolescente, à pessoa idosa e à pessoa com deficiência, aborda, com rigor, a suspeita ou confirmação de violência contra esses segmentos. Em se tratando da pessoa com deficiência, é obrigação legal dos serviços de saúde públicos e privados comunicar esses casos à autoridade policial, ao Ministério Público e aos Conselhos de Direitos, por meio de
Dentre as situações de risco vividas por crianças e adolescentes que merecem atenção e intervenção da sociedade e do Estado, destaca-se o abandono. Deixar a criança à própria sorte produz intensas marcas naquelas que vivenciam o abandono. Estudos realizados sobre os motivos e consequências do abandono revelam processos afetivos complexos, que envolvem condutas familiares e institucionais. Ambos os aspectos, motivos e consequências, classificam o abandono como uma situação de alta vulnerabilidade
O abandono é a omissão pela qual se deixou de prover as necessidades e os cuidados básicos para o desenvolvimento físico, emocional e social da pessoa atendida/vítima. Falta de cuidados necessários com a saúde e higiene; ausência de proteção contra os impactos do meio ambiente; ausência de estímulo e de condições para a frequência à escola, são algumas evidências de abandono de crianças, adolescentes e idosos. Considerada como um tipo de violência, o abandono é uma forma extrema de
Entende-se por ciclo de vida as diferentes etapas do desenvolvimento humano, desde a infância até a terceira idade, ou do desenvolvimento familiar, como a união/ separação dos parceiros, nascimento dos filhos, morte e outros eventos. No que se refere à proteção social ao ciclo de vida, a Assistência Social deve identificar as vulnerabilidades e riscos específicos em cada faixa etária e em cada etapa da trajetória familiar, garantindo às famílias serviços que assegurem