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Observe os casos a seguir:



CASO 1: Uma menina de 2 anos e meio, toda vez que ouvia o barulho de um copo quebrando, olhava consternada para as suas mãos e punha -se em situação de defesa. Sua reação dava a impressão de que se achava culpada pela quebra do copo, o que de fato, havia ocorrido uma vez. Ou seja, bastava que se repetisse uma situação semelhante para que novamente se sentisse culpada.


CASO 2: Um menino com pouco menos de 3 anos era caçula de uma família, até que a sua mãe tem outro filho. Nos dias após o nascimento da irmãzinha, chamada Elisa, ele muda visivelmente sua forma de agir: comporta -se como se fosse a irmã mais velha, referindo -se a si próprio pelo nome de Elisa e dando a sua irmãzinha outro nome. O garoto, ao ver alterado o lugar que ocupava na família, assume uma nova personalidade.


CASO 3: Uma menina de 2 anos e 9 meses pergunta à mãe, após ouvi -la cantar tal como fazia a governanta, se ela é a governant a: “Você é a Elsa?”


Fonte: GALVÃO, I. Henri Wallon: uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. Vozes,1999.



Sobre o desenvolvimento da afetividade na construção do eu psíquico, considerando que as crianças se encontram em estado de sociabilidade sincrética, analise as afirmativas a seguir:


I- O CASO 1 é um exemplo de personalidade dispersa, em que sentimentos isolados ligados a ela, como o de culpa, aparecem atrelados à situação exterior.


II- Nos três CASOS a consciência de si está inacabada e a personalidade apresenta-se como noção sem contornos definidos.


III- Nos três CASOS a construção do eu corporal é condição para a construção do eu psíquico.


IV- No CASO 2, a noção de si próprio tem autonomia quanto à posição que ocupa na família e à constituição de sua identidade pessoal.


V- No CASO 3, a menina vê de forma assincrética a personalidade da mãe e da governanta.



É CORRETO o que se afirma em:

No desenvolvimento humano, podemos identificar a existência de etapas claramente diferenciadas, caracterizadas por um conjunto de necessidades e interesses que lhe garantem coerência e unidade. Segundo Henri Wallon, sucede-se em uma ordem necessária, cada uma das etapas, sendo a preparação indispensável para o aparecimento das etapas seguintes. A partir deste contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- Os fatores orgânicos são responsáveis pela sequência fixa que se verifica entre os estágios do desenvolvimento, porém não garantem uma homogeneidade no seu tempo e duração.
PORQUE
II- A duração de cada estágio e as idades a que correspondem são referências relativas em dependência de características individuais e das condições de existência.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
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Considerando o caso clínico e o Código de Ética da Psicopedagogia, avalie as asserções, a seguir, e a relação proposta entre elas.

I- Cabe à psicopedagoga mediar as relações interpessoais com vistas à prevenção de dificuldades e/ou à resolução de conflitos, e informar à mãe de Lucas o que está acontecendo com o aprendente, exclusivamente com seu consentimento.
PORQUE
II- O psicopedagogo deve manter o sigilo profissional e preservar a confidencialidade dos dados obtidos em decorrência do exercício de sua atividade.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
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Apartir do caso clínico, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- No Obstáculo Epistemofílico, a área dos vínculos afetivos do sujeito com os objetos e situações de aprendizagem está inadequada, impedindo ou dificultando a própria aprendizagem.
PORQUE
II- O Obstáculo Epistemofílico no contexto da dificuldade de aprendizagem da leitura está vinculado aos aspectos cognoscitivos, impedindo ou dificultando o desenvolvimento da competência leitora.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Sobre os fundamentos teóricos da Psicopedagogia na prática de avaliação psicopedagógica, assinale a alternativa CORRETA.