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Um lactente de 3 meses é admitido na emergência com quadro de bronquiolite viral grave, apresentando taquipneia (80 irpm), tiragem subcostal e intercostal intensa, gemência, cianose central e saturação de oxigênio de 82% em ar ambiente, apesar do uso de cateter nasal a 2 L/min. A gasometria arterial revela pH 7,20, PaCO2 75 mmHg, PaO2 45 mmHg e HCO3- 28 mEq/L. Diante desse quadro de insuficiência respiratória grave em bronquiolite, com sinais de falha ventilatória e hipoxemia refratária, qual é a conduta de suporte ventilatório mais apropriada e que deve ser prontamente instituída?
Um menino de 6 anos com histórico de hipertrofia adenotonsilar apresenta roncos noturnos intensos, sono agitado com pausas respiratórias observadas pelos pais, sonolência diurna, dificuldade de concentração na escola e irritabilidade. Não há comorbidades significativas além da hipertrofia. Diante da forte suspeita clínica de Apneia Obstrutiva do Sono (AOS), qual é o exame diagnóstico padrão-ouro para confirmar a condição e determinar sua gravidade?
Uma menina de 3 anos que frequenta creche apresenta tosse seca persistente há 6 semanas, principalmente diurna, sem febre ou outros sintomas respiratórios. Os pais relatam que ela não tem sibilância, engasgos ou dificuldade para respirar. A radiografia de tórax é normal. Não há histórico de atopia na família. Considerando a investigação da tosse crônica em crianças, qual é a causa mais provável para esse cenário clínico de acordo com as diretrizes pediátricas para tosse crônica inespecífica?
Um lactente de 6 meses é internado com pneumonia grave, evoluindo com piora da dispneia e febre persistente. A radiografia de tórax mostra consolidação em lobo inferior direito e um grande derrame pleural loculado. A punção torácica inicial drenou líquido turvo com pH de 6,9, glicose de 30 mg/dL e LDH de 1.500 U/L. Diante desse quadro de empiema pleural, qual é a conduta terapêutica invasiva mais apropriada para o manejo do derrame pleural em um lactente?
Uma menina de 4 anos, previamente hígida e vacinada para a idade, é levada à UBS por sua mãe. A criança é contactante domiciliar de sua avó, que foi recentemente diagnosticada com tuberculose pulmonar bacilífera. A criança apresenta teste tuberculínico (PPD) com enduração de 12 mm, a radiografia de tórax está normal e ela não possui sintomas de tuberculose ativa. De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil para o controle da tuberculose em crianças, qual é a conduta mais adequada para essa paciente?