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Um adolescente de 16 anos com doença de Crohn em tratamento imunossupressor apresenta dor e edema no membro inferior direito há 3 dias. Procurou o pronto-socorro com início súbito de dispneia, taquicardia (FC 115 bpm) e tosse seca. Ele está hemodinamicamente estável. A ultrassonografia Doppler confirmou Trombose Venosa Profunda (TVP) extensa na perna direita. Diante da alta probabilidade clínica de tromboembolismo pulmonar (TEP) nesse adolescente, qual é o exame diagnóstico de imagem mais indicado para confirmar o TEP e guiar a conduta terapêutica?
Uma menina de 4 anos, previamente hígida, é internada com pneumonia grave, evoluindo rapidamente para derrame pleural extenso e necrose pulmonar multilobar, necessitando de drenagem torácica. A tomografia de tórax revela consolidação extensa com múltiplas cavitações e derrame pleural loculado. A cultura do líquido pleural e o PCR identificam Streptococcus pneumoniae. Qual é o principal fator de virulência de Streptococcus pneumoniae mais associado a formas graves e complicadas de pneumonia em crianças, como a destruição tecidual e o empiema observados nesse caso?
Um adolescente de 14 anos com diagnóstico de asma persistente grave há 3 anos tem sido tratado com CI em dose alta, LAMA e LABA, além de doses frequentes de corticosteroide oral para exacerbações. Apresenta controle inadequado da asma, com VEF1 persistentemente abaixo do previsto e limitações importantes nas atividades diárias. O médico assistente suspeita de “asma grave”. Antes de considerar qualquer escalonamento terapêutico adicional ou tratamento biológico para essa “asma grave” em pediatria, qual é a ação inicial e mais crucial que o pediatra deve realizar?
Uma menina de 10 anos de idade é acompanhada no ambulatório de Pneumologia Pediátrica por asma grave. Apesar do uso regular e correto de Corticosteroide Inalatório (CI) em dose alta combinado com agonista beta-2 de longa ação (LABA) e de um Antagonista do Receptor de Leucotrienos (ARL), ela continua apresentando sintomas diurnos frequentes, despertares noturnos semanais e necessita de cursos repetidos de corticosteroide oral (mais de 2 vezes no último ano) devido a exacerbações. A adesão à medicação foi confirmada, a técnica inalatória revisada e fatores ambientais controlados. Testes alérgicos demonstraram sensibilização a ácaros da poeira domiciliar e epitélio de gato. De acordo com as diretrizes da GINA 2025 e da SBP para manejo de asma grave em crianças, qual é a próxima etapa terapêutica a ser considerada para otimizar o controle da asma nessa paciente?
Uma adolescente de 16 anos com diagnóstico de tuberculose extrapulmonar (linfonodal cervical) completa o esquema básico de tratamento de 6 meses (rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol nos 2 primeiros meses, e rifampicina e isoniazida nos 4 meses seguintes). Após 2 meses do término do tratamento, apresenta-se sem sintomas e com linfonodomegalia cervical residual indolor. Qual é a conduta mais adequada para essa paciente após a conclusão do tratamento e ausência de sintomas de atividade da doença?