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A universidade pública é uma instituição promotora do desenvolvimento científico e cultural na sociedade. O tripé que baliza a constituição da natureza da universidade contribui para o debate acadêmico e os conhecimentos essenciais à formação acadêmica nos diversos campos de conhecimento. As instituições de ensino superior e, em especial, as universidades públicas brasileiras, estão comprometidas com a fomentação de práticas de socialização e produção de conhecimento, não apenas dentro dos seus muros, mas também em diálogo com as realidades concretas da sociedade. A produção científica, o diálogo com as comunidades de saberes e a formação docente e discente são pilares básicos a concretização do trabalho da universidade. O tripé que sustenta todas as práticas da universidade pública brasileira é:
Desde os primeiros anos de escolarização, a educação exerce papel decisivo na formação ética e social das crianças, incidindo sobre a construção de valores, atitudes e modos de compreender as diferenças. Políticas públicas como a Lei de Cotas Brasileiras (Lei nº 142.711/2012 e atualizada pela Lei nº 14.723/2023), que reserva 50% das vagas em universidades e institutos federais para estudantes de escolas públicas, com subcotas para pretos, pardos e quilombolas, é um exemplo no combate ao racismo no país. O currículo também é parte dessa construção de uma educação mais plural socialmente e justa. O currículo é parte da construção de uma educação mais inclusiva e livre de preconceitos, com emancipação humana e democrática. O racismo estrutural atua também pelo viés curricular, seja o currículo oficial ou o currículo oculto. A lei que está atrelada ao combate ao racismo estrutural que atua na perspectiva curricular e que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana nas escolas públicas e privadas no Brasil é:
O currículo é a organização, sistematização de determinados saberes visando uma dada formação, a partir de sua multidimensionalidade histórica, política, social, cultural, econômica, epistemológica e estética. Em uma dimensão histórica dos estudos curriculares, podemos dividir as teorias do currículo em três grandes blocos: 1) Teorias Tradicionais; 2) Teorias Críticas; 3) Teorias Pós-Críticas.

Das sentenças a seguir acerca das teorias do currículo, a sentença falsa é:
Planejamento de ensino é antecipar mentalmente uma ação a ser realizada e agir de acordo com o previsto, com sentido social, epistemológico, estético e cultural do trabalho educativo. O planejamento tem sua dimensão práxica, não dicotomizando a teoria e a prática de ensino. O planejamento se constitui de muitos elementos para sua efetiva concretização, atendendo múltiplas dimensões. Um dos elementos centrais do planejamento de ensino é o conteúdo. Os conteúdos de ensino, na perspectiva de Zabala (1998), debatido na obra A Prática Pedagógica e alinhados à práxis pedagógica que não dicotomiza saberes práticos e teóricos, podem ser divididos na seguinte tipologia:
José Celso Vasconcelos (2005) conceitua Projeto Político Pedagógico como “O plano global da instituição. Pode ser entendido como a sistematização, nunca definitiva, de um processo de Planejamento Participativo, que se aperfeiçoa e se concretiza na caminhada, que define claramente o tipo de ação educativa que se quer realizar e um instrumento teórico-metodológico para a intervenção e mudança da realidade. É um elemento de organização e integração da atividade prática da instituição neste processo de transformação”. O Projeto Político Pedagógico das instituições educativas, em seus processos de construção, deve assumir caráter democrático com a participação de toda a comunidade educativa, com as seguintes etapas de construção: