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No primeiro verso do poema, “É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.”, a palavra grifada tem como sinônimo:
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É um romance narrado por seu protagonista, Luís da Silva, funcionário público, escritor apenas por gosto e não como profissional. Luís vive revivendo suas frustrações intelectuais, memórias de infância, desejo pela vizinha Marina e ódio de Julião Tavares que lhe rouba a mulher amada. O romance mergulha no estado psicológico do narrador-personagem visto como um homem complexo e atormentado que vira refém do ciúme e do ressentimento até que comete o homicídio. Luís ao saber que Marina, sua amada, havia sido seduzida por Julião, abandonada grávida, e que o malandro já estava com outra mulher, começa a imaginar o crime e o realiza estrangulando Julião com uma corda, posteriormente, o pendura no galho de uma árvore para representar um suicídio. A obra tem como principal característica a descrição dos estados de alma dos indivíduos que se questionam o tempo todo sobre si e o mundo. Tal comentário refere-se ao romance:
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Quanto ao uso correto, ou não de crase, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) aos itens e assinale a alternativa correta. ( ) Não se emprega o sinal grave indicativo de crase nas expressões cristalizadas formadas pelo adjetivo meia: a meia-luz, a meia-voz, a meia altura. ( ) Não se emprega o sinal grave indicativo de crase nas locuções formadas por palavras repetidas: gota a gota, cara a cara, de ponta a ponta. ( ) É facultativo o uso de sinal grave indicativo de crase antes de pronomes possessivos, já que estes são opcionalmente precedidos de artigo: O colégio fica próximo à (ou a) nossa casa. ( ) A expressão à moda de pode ser representada pelo uso simples de à, originando a possibilidade de crase diante de nome masculino: bife à Oswald Aranha, estilo à Rui Barbosa.
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Relacione as duas colunas sobre figuras de linguagem e assinale a alternativa correta:

COLUNA I

A) Metáfora

B) Metonímia

C) Catacrese

D) Anáfora

E) Silepse

F) Paradoxo


COLUNA II

1 - “Como caíram tantas águas, nublou-se o horizonte, nublou-se a floresta, nublou-se o vale.” (Cecília Meireles).

2 - Estou com a barriga da perna doendo.

3 - “Quem acha vive se perdendo.” (Noel Rosa).

4 - “De repente do riso fez-se o pranto.” (Vinícius de Moraes).

5 - “E pela minha lei / A gente era obrigado a ser feliz.” (Chico Buarque).

6 - “Lua de São Jorge / lua soberana / nobre porcelana / sobre a seda azul.” (Caetano Veloso).

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No primeiro verso do poema, “É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.”, a palavra grifada tem como sinônimo: