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Mulher de 25 anos comparece à clínica devido à preocupação familiar com seu comportamento incomum. Ela relata acreditar ser capaz de ler mentes e de se comunicar com sua avó, falecida há 15 anos. Ao discorrer sobre o tema, ela verbaliza: “Você deve me considerar bem louca, não é?”, mas prossegue com as descrições de suas interações com os parentes falecidos. Ela não estabelece relacionamentos íntimos fora de sua família imediata e manifesta ansiedade mesmo ao interagir com pessoas conhecidas. Nega explicitamente a ocorrência de alucinações auditivas ou visuais, mas ocasionalmente percebe uma “sensação” ou “pressentimento” de uma presença invisível e inaudível em seu entorno. O diagnóstico mais provável para essa paciente é de transtorno
Homem de 82 anos com história de hipertensão, fibrilação atrial (em apixabana), doença de Alzheimer leve e insuficiência cardíaca chega ao hospital por infecção urinária complicada. No 2º dia de internação, apresenta agitação, desorientação para tempo e local, alterações do sono e flutuações do nível de consciência — CAM (Confusion Assessment Method) positivo. A equipe relata que nas últimas 48 h ele recebeu tramadol PRN para dor e um benzodiazepínico oral para insônia. Exame: sem sinais locais de focalidade neurológica. Quais são as medidas prioritárias de manejo imediato e quais agentes farmacológicos devem ser evitados como rotina?
Além dos desequilíbrios nos sistemas de neurotransmissores e das alterações no eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HHA), evidências também apontam para processos inflamatórios, disfunções mitocondriais e alterações epigenéticas como fatores contribuintes na fisiopatologia do Transtorno Depressivo Maior.

Da parte genética, embora a expressão de genes tenha alterações, este transtorno não é causado por uma alteração cromossômica numérica, como no caso de 
Um paciente adulto, diagnosticado com Transtorno Depressivo Maior grave, expressa desejo de interromper voluntariamente seu tratamento farmacológico e psicoterápico, apesar de apresentar ideias suicidas recorrentes.

Assinale a opção que apresenta o procedimento correto a ser adotado pelo psiquiatra responsável pelo caso.
Maria, uma mulher de 35 anos, foi admitida em um centro de reabilitação, após anos de dependência de opioides. Ela começou a usar analgésicos prescritos após uma cirurgia e, ao longo do tempo, desenvolveu tolerância, necessitando de doses cada vez maiores para obter o mesmo alívio da dor. Quando Maria decidiu parar de usar a droga, começou a experimentar sintomas de abstinência, incluindo náuseas, sudorese e ansiedade intensa.

Durante a internação, Maria participou de sessões de terapia em grupo e recebeu metadona como parte do tratamento para ajudar a controlar os sintomas de abstinência. Após algumas semanas de tratamento, ela relatou uma redução significativa nos sintomas e começou a se sentir mais motivada para continuar o processo de recuperação.

Sobre o caso clínico acima, assinale a afirmativa correta.