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Alterações de sono são muito frequentes em pacientes com transtorno depressivo maior. Os achados de polissonografia mais comumente associados a esse transtorno incluem diminuição da continuidade do sono, maior quantidade de despertares, menor latência do sono REM, aumento da densidade do sono REM e dificuldade de entrar e permanecer no sono de ondas lentas.

Com referência à depressão, julgue o próximo item.

O tratamento do transtorno depressivo maior em pacientes pós-infarto do miocárdio está associado não apenas à diminuição dos sintomas depressivos e melhora da qualidade de vida, mas também à melhora dos parâmetros cardiovasculares e à redução da mortalidade.

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A taxa de cometimento de suicídio por pacientes com depressão maior psicótica é maior que a de pacientes com depressão não psicótica e está associada a fatores como sexo masculino, tentativas prévias de suicídio e gravidade dos sintomas psicóticos.

A fim de se evitar possíveis vieses dos ensaios clínicos financiados pelas indústrias farmacêuticas, na última década foram realizados diversos estudos multicêntricos financiados por órgãos oficiais de fomento à pesquisa referente às opções de tratamento de doenças psiquiátricas. A respeito desse assunto, julgue o item subsequente.

Os resultados do estudo STAR*D (sequenced treatment alternatives to relieve depression), relativo ao tratamento do transtorno depressivo maior, demonstraram taxas de remissão de 70% a 75% após duas intervenções sequenciais de tratamento.

A fim de se evitar possíveis vieses dos ensaios clínicos financiados pelas indústrias farmacêuticas, na última década foram realizados diversos estudos multicêntricos financiados por órgãos oficiais de fomento à pesquisa referente às opções de tratamento de doenças psiquiátricas. A respeito desse assunto, julgue o item subsequente.

O estudo CATIE (clinical antipsychotic trials of intervention effectiveness), que avaliou o tratamento com antipsicóticos de mais de 1.500 pacientes com esquizofrenia crônica, mostrou haver altas taxas de descontinuação do tratamento (até 74%), independentemente de os pacientes serem tratados com antipsicóticos de primeira ou de segunda geração.