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Leia o caso a seguir.

Um estudante da Faculdade de Farmácia, jovem,25 anos, homem, fazia tratamento para episódio depressivo desde os 22 anos, com uso de 40 mg/dia de fluoxetina. Foi descontinuada sua medicação. Uma semana após a retirada completa da medicação, o estudante começou a apresentar maior inquietação, menor necessidade de sono, evoluindo para euforia. Deixou de frequentar as aulas, dizendo que já sabia todo o conteúdo e era melhor que qualquer professor. Apresentou aumento da libido, com comportamento de risco. Há dois dias, extremamente eufórico, foi ao Reitor da Universidade dizendo que seria ele o próximo reitor, pois era muito inteligente para ser apenas um aluno. Pelo risco de agressividade, foi levado ao pronto socorro psiquiátrico e encaminhado à internação.

O diagnóstico desse estudante é

O suicídio é um grave problema de saúde pública no mundo todo. Estima-se que 90% dos suicídios estão relacionados a algum transtorno mental. Contudo, algumas doenças clínicas estão associadas a maior risco de suicídio, mesmo na ausência de transtorno mental. As doenças clínicas mais associadas a risco de suicídio são
Embora a avaliação neuropsicológica não seja necessária para o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA), ela traz contribuições importantes para o entendimento do quadro pelo psiquiatra. Segundo a 5ª edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) existem especificadores do TEA que podem modificar de modo significativo a apresentação clínica, a proposta terapêutica e o prognóstico. Os especificadores que denotam modificação na apresentação clínica nos casos de TEA são:
Leia o caso a seguir.
Paciente K.,25 anos, mulher, casada, fazia tratamento para episódio depressivo há cerca de 2 anos, com 3 episódios durante esse tempo. Apresentava-se estável, com o uso de 75 mg/dia de Amitriptilina. Há 6 meses, descobriu estar grávida e, com orientação médica, descontinuou a medicação. Contudo, há 30 dias, reiniciou piora do quadro, com apatia, melancolia, choro fácil, inapetência, com perda de 3 kg em uma semana. O médico de seu pré-natal avaliou a vitalidade fetal e percebeu que o feto estacionou o desenvolvimento de sua estatura e peso. K. foi reencaminhada ao psiquiatra.
A conduta nesse caso é

Leia o caso a seguir.


Paciente,35 anos, mulher, solteira chega ao ambulatório com queixa de anedonia, labilidade emocional, tristeza importante, mais quieta nos últimos meses, com sonolência excessiva, ganho de peso inexplicável, fadiga, perda de cabelo e alteração de memória. O quadro se iniciou há cerca de 6 meses, com piora insidiosa e lenta nos últimos 2 meses. Fazia acompanhamento para Transtorno Bipolar já há 3 anos, tendo apresentado um episódio depressivo no início do tratamento e um episódio de hipomania há 1 ano. Vinha apresentando estabilidade clínica. Em uso de 900 mg/dia de carbonato de lítio. Nega alterações prévias do humor. Trouxe os seguintes exames:

1- Litemia: 0,7 mEq/L Ref. (0,6 a 1,2 mEq/L);

2- TSH: 7,35 mUI/L Ref. (0,6-4,8 mUI/L);

3- T4 livre: 0,2 mUI/L Ref. (0,7-1,8 ng/dl);

4- Creatinina: 0,9 mg/dl Ref. (0,7-1,3 mg/dl);

5- Ureia: 33 mg/dl Ref. (16-40 mg/dl);

6- Sódio: 140 mmol/L Ref. (135-145 mmol/L);

7- Cálcio: 8,2 mmol/L Ref. (8,5-10 mmol/L);

8- Glicemia: 109 mg/dl Ref. (60- 110 mg/dl).


Com base na história clínica e nos exames laboratoriais, a conduta adequada é