Filtrar


Questões por página:
Leia as afirmativas a seguir:
I. O poder na antiga Esparta era exercido por um pequeno grupo ligado às atividades militares – os burgueses – que se dedicavam única e exclusivamente às artes e ao comércio.
II. O Paleolítico refere-se ao período da pré-história no qual os primeiros seres humanos iniciaram a constituição de grandes cidades antigas (Roma, Esparta e França).
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. No contexto da Revolução Francesa, o partido dos jacobinos representava os trabalhadores urbanos e rurais e queria evitar uma participação maior da alta burguesia na política.
II. Na Grécia, a cidade de Atenas teve uma vida urbana e aberta à atividade comercial, a qual foi a base de sua economia, pois os atenienses praticaram intenso comércio com diversos povos.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Na história da Grécia Antiga, o período Arcaico inicia-se com a reunião dos genos em unidades políticas maiores, chamadas feudos ou metrópoles.
II. O solo fértil disponível no Antigo Egito devia-se ao regime de enchentes anuais no Rio Nilo que transbordava durante um período anual regular, inundando suas margens e deixando o vale fertilizado pelo húmus.
Marque a alternativa CORRETA:
“Existem alguns motivos que induzem à prática do roubo e são peculiares ao seu país, afirmou Hitlodeu, em diálogo.
E quais são eles?, perguntou o cardeal.
Os carneiros, respondi-lhe. Essas plácidas criaturas que antes exigiam tão pouco alimento, mas que agora, aparentemente, desenvolveram um apetite tão feroz que se transformaram em devoradores de homens. Campos, casas, cidades, tudo lhes desce pelas gargantas. Naquelas partes do reino onde se produz a mais bela e mais cara lã, os nobres e os fidalgos (para não mencionarmos vários veneráveis abades – homens de Deus) deixaram de contentar-se com os rendimentos que seus antepassados extraíam de suas propriedades”. MORE, Thomas. Utopia. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
Nesse diálogo escrito no século XVI, é referenciado um fenômeno social indispensável à Revolução Industrial, chamado de:
Ao preparar uma aula sobre as dimensões da intolerância religiosa na época Moderna, o professor faz uso dessa citação: “Todas as inquisições sofreram críticas aos seus procedimentos, à sua jurisdição e à sua existência. No caso da inquisição portuguesa, diversas foram as frentes que essa instituição teve de encarar no grande século XVII. Embora existissem eclesiásticos que criticassem o Tribunal, o clero secular foi amiúde partidário da Inquisição [...]. A crítica, neste caso, fez-se apenas por uma ordem: os jesuítas. Nesse sentido, percebe-se que até o episódio da suspensão da Inquisição – que alguns jesuítas se empenharam bastante para conseguir –, já na década de 1670, os inacianos pelejaram com o Santo Ofício. [...] Nos pedidos de perdão-geral de 1605 e 1674, os cristãos-novos utilizaram-se de estratégias semelhantes, porém, com resultados bem diferentes. Nota-se, em seus memoriais e opúsculos, a mudança do discurso utilizado: deixa-se a misericórdia para adotar uma postura mais ligada à política e ao direito. Os escritos ganhavam, assim, uma linguagem fundamentada juridicamente, na qual condenavam os estilos do Tribunal, sobretudo o segredo no processo, a infâmia e o uso de testemunhas singulares ou mesmo falsas. Politicamente, declaravam que os inquisidores eram completamente parciais ao julgarem os cristãos-novos, imputando a injustiça dessa “mácula de sangue”. Os descendentes dos judeus portugueses foram incansáveis nessa luta e causaram muita dor de cabeça aos inquisidores. Eles resistiram e criaram sua estratégia para – nessa ordem – amenizar, desqualificar e dilapidar o Tribunal”. MATTOS, Yllan de. A Inquisição contestada: críticos e críticas ao Santo Ofício português. Rio de Janeiro: Mauad-x/Faperj, 2014 (adaptado).
A leitura do trecho selecionado permite corretamente concluir que: