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Dez escravos foram presos e incluídos na devassa realizada pelo desembargador do Tribunal da Relação da Bahia, Francisco Sabino Alvares da Costa Pinto [...]. Mas a questão não é a quantidade; a questão é que eram escravos.

Escravos na maioria pardos e nascidos na Bahia (o único escravo africano preso é o mina Vicente). Pelo que se acompanha nos autos da devassa que os colheu, todos eles souberam de conversas e encontros conspirativos de homens livres, alguns brancos, outros pardos; alguns militares, oficiais de baixa e média patente, outros, artesãos. E ainda outros, intelectuais. (TAVARES,2003, p.86).

O movimento descrito no texto, cuja participação de escravos indica a luta pelo fim da escravidão se refere

A Constituição republicana instituiu o voto aberto, não secreto. Os coronéis [grandes proprietários de terras], então, aproveitavam para impor o nome de seu candidato aos eleitores sob seu controle. As formas utilizadas para controlar o voto dos eleitores iam desde a imposição pela força, por meio da atuação dos jagunços, até a concessão de favores de diversas espécies, como proteção, dinheiro, roupas, empregos e cuidados médicos. Era o voto de cabresto.

(Claudio Vicentino. Projeto Radix: história. Adaptado)

O texto refere-se

No Brasil do século XIX, no Segundo Reinado, a expansão da lavoura cafeeira
Foram características dominantes no Nordeste açucareiro, durante o Brasil colonial, a

(...) um conflito ideológico, político e econômico marcado pelos antagonismos e hostilidades entre dois blocos: o de países capitalistas, liderados pelos Estados Unidos, e o de países socialistas, conduzidos pela União Soviética. Cada bloco contava com o apoio de vários países, articulados entre si em virtude de ajuda financeira e militar.

(Cabrini, Catelli, Montellato. História temática: o mundo dos cidadãos)

O trecho trata