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A imensa região Centro-Oeste brasileira tem assumido nas últimas décadas um grande protagonismo econômico no país, com destaque para o setor agropecuário e o agronegócio. Várias cidades surgiram e vem se desenvolvendo bastante ligados a esses setores econômicos. No entanto, a região continua a enfrentar inúmeros problemas geográficos e econômicos, destacando-se: 
O estudo da agricultura brasileira deve ser feito no bojo da compreensão dos processos de desenvolvimento do modo capitalista de produção no território brasileiro. Torna-se, portanto, como ponta de partida a concepção de que esse desenvolvimento é contraditório e combinado.
OLIVEIRA, Ariovaldo. Agricultura brasileira: transformações recentes. IN: ROSS, Jurandyr. (Organizador). Geografia do Brasil. 6ª ed. São Paulo: EDUSP, 2014, p. 467.
Sobre as questões que envolvem o campo brasileiro, podemos destacar:
O aperfeiçoamento do Sistema Nacional de ciência, tecnologia e inovação é urgente, sobretudo na Amazônia, onde há também que incorporar o saber das populações tradicionais. Trata-se de uma condição sine qua non para viabilizar a potencialidade da Amazônia.
BECKER, B; STENNER, C. Um futuro para a Amazônia. São Paulo: Oficina de Textos, 2008, p. 121.
Qual alternativa refere-se ao padrão de desenvolvimento da Amazônia apontado pelo excerto acima: 
Em troca de investimentos insignificantes, as filiais das grandes corporações saltam por cima das barreiras alfandegárias latino-americanas, paradoxalmente levantadas contra a concorrência estrangeira, e se apoderam dos processos internos de industrialização. Exportam fábricas ou, frequentemente, encurralam e devoram fábricas nacionais já existentes.
GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. Porto Alegre: L&PM, 2013 (1ª ed. 1978), p. 290.
A reflexão apontada por Eduardo Galeano, no clássico acima, ainda é coerente com a realidade latino-americana, especialmente no caso brasileiro. Nesse sentido, podemos destacar que o(a) 
Os neoliberais são particularmente ativos na promoção da privatização de ativos. A ausência de claros direitos de propriedade – como sucede em muitos países em desenvolvimento – é julgada uma das maiores barreiras institucionais ao desenvolvimento econômico e à melhoria do bem-estar humano.
HARVEY, David. O neoliberalismo: história e implicações. 2ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2011, p. 75.
O excerto acima traduz o espírito teórico neoliberal. Como um elemento inerente a tal espírito, podemos destacar que a: