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Friedrich Ratzel e Vidal de La Blache são dois importantes pensadores da Geografia clássica. Cada um desenvolveu concepções distintas sobre a relação entre o ser humano e o meio natural. Com base nas ideias desses autores, assinale a alternativa que expressa corretamente uma diferença fundamental entre suas abordagens:
Os chineses não acolheram a narrativa neoclássica imposta pelo FMI e Banco Mundial à periferia do sistema. A experiência na China a aproxima muito dos processos do Japão, da Coreia do Sul e de Taiwan. São experiências de capitalismo com uma nota distintiva: a precoce conglomerização industrial.
JABOUR, Elias; GABRIELE, Alberto. China: socialismo do século XXI. 1ª ed. São Paulo: Boitempo, 2021, p. 251.
Com base no excerto, é possível afirmar que o modelo chinês de desenvolvimento:
De modo simples, pode-se descrever o relevo do continente sul-americano como tendo em toda a sua borda oeste a cadeira orogênica dos Andes, cuja formação iniciou-se no Mesozóico e estendeu-se ao Cenozóico. A parte central e o leste do continente é marcado por estruturas e formações litológicas antigas que remontam ao Pré-cambriano.
ROSS, Jurandyr. Os fundamentos da Geografia da Natureza IN: ROSS, Jurandyr. (Organizador). Geografia do Brasil. 6ª ed. São Paulo: EDUSP, 2014, p. 45.
O texto acima aponta alguns elementos da estrutura geológica e do relevo da América do Sul. Aponte a alternativa que aborda corretamente tais elementos: 
(...) nota-se, muito facilmente, que o campo se acha submetido à cidade, do ponto de vista econômico, e não só do ponto de econômico – muito embora, em um país (semi)periférico como o Brasil, e principalmente em suas regiões mais pobres e tradicionais, a vida política local e regional seja muito diretamente influenciada ou até determinada por proprietários fundiários (geralmente absenteístas), chegando a sua influência até a escala nacional.
SOUZA, Marcelo Lopes. ABC do desenvolvimento urbano. 3ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 53.
A submissão do campo à cidade na realidade brasileira é identificada pela(o): 
O papel do Estado-nação dentro do capitalismo e, num sentido mais amplo, dentro da modernidade ocidental globalizadora, sempre foi ambivalente ao suprimir antigas divisões regionais e de clãs e se difundir como forma padrão de organização política pelo mundo. O Estado universalizou determinados instrumentos de gestão que, mesmo tempo estabelece inúmeros direitos, especialmente no nível individual, fortaleceram os interesses do capital e, muitas vezes, impuseram-lhe alguns limites, reordenando sua circulação, como ocorreu recentemente no gerenciamento da crise financeira pelo chamado G-20.
HAESBAERT, Rogério (Organizador). Os dilemas da globalização. In: HAESBAERT, Rogério. Globalização e fragmentação no mundo contemporâneo. 2ª ed. Niterói: Editora UFF, 2013, p. 22-23.
Um dos dilemas centrais da globalização contemporânea diz respeito ao papel do Estado diante da intensificação dos fluxos de capital e da reorganização territorial. Com base no excerto, é correto afirmar que: