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Em uma escola onde as datas comemorativas ainda são majoritariamente vinculadas ao calendário cristão, uma professora de filosofia, dialogando com seus estudantes, ouve que muitos deles não reconhecem que suas crenças intimas estão representadas nos referidos eventos comemorativos. Como recurso didático, a professora apresenta fragmentos e aforismos de Kierkegaard e Nietzsche e conduz estudos e discussões problematizadoras a respeito da diversidade de práticas e crenças religiosas e não religiosas. Considerando que há uma grande diferença entre as práticas institucinalizadas e as vivências subjetivas, qual das assertivas corresponde conceitualmente às teorias de Kierkegaard e Nietzsche a respeito dos modelos de religiões institucionalizadas?
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As formas contemporâneas de barbárie expressam-se em novas linguagens, especialmente entre jovens. Redes sociais, fóruns e jogos on-line desempenham papel central na formação das subjetividades juvenis, favorecendo tanto a criatividade como a reprodução dos discursos autoritários. Entre os jovens do sexo masculino, movimentos como o dos incels contribuem para consolidar modelos regressivos de masculinidade. Qual alternativa evidencia essa regressão na subjetividade masculina contemporânea
O método, entendido como o caminho que conduz ao objetivo, é fundamental para o exercício filosofico e desemprenha um papel crucial nas práticas de ensino de filosofia. Para o exercício, o método orienta por quais caminhos deve andar o pensamento; para o ensino, o método indica quais práticas devem ser utilizadas para o bom andamento das atividades e o cumprimento dos objetivos de aprendizagem. Destarte, a pergunta filosofica pelo método questiona justamente por onde caminha o pensamento quando se aprende e se ensina filosofia.

O processo de ensino-aprendizagem será favorecido se o professor adotar como método:
Muitos estudiosos têm procurado fixar um método socrático. Fala-se de maiêutica, intelectualismo, diálogo, como princípios metodológicos que conformariam um modo socrático de exercer a posição docente. Porém, uma leitura atenta dos testemunhos mostra uma figura complexa, paradoxal, impossível de fechar numa figura monocórdia, uniforme, consistente. Com efeito, Sócrates transita por caminhos encontrados; diz que não sabe, mas sabe que não sabe e se o saber dos outros pode ou não ser sabido; diz que se investiga a si próprio, mas parece não aceitar ser confrontado; afirma o valor do exame, mas não parece disposto a examinar o que seus interlocutores não querem aceitar… enfim, não há um Sócrates, mas muitos modos, encontrados, de transitar o caminho da filosofia sob esse nome. Contudo, alguns princípios parecem subsistir para pensar, contemporaneamente, a questão metodológica do ensino de Filosofia. Eles se encontram no que poderíamos chamar de as principais possibilidades de pensar a metodologia do ensino de Filosofia.
GUIDO, H.; GALLO, S.; KOHAN, W. O. Princípios e possibilidades para uma metodologia filosófica do ensino de filosofia.
In: CARVALHO, M.; CORNELLI, G. (Orgs.). Ensinar filosofia. Cuiabá: Central de Textos,2013.

Quais etapas teórico-metodológicas se fundamentam em princípios coerentes com a Filosofia socrática que subsidiam o ensino da filosofia na contemporaneidade?
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Ao simular uma ágora, um professor discutiu o problema ético envolvendo o poder dos algoritmos e a liberdade humana nas redes sociais. Ao se considerar a ética aristotélica, o que as interações com as redes sociais revelam sobre a liberdade?