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O conceito de estado de natureza tem a função de explicar
a situação pré-social na qual os indivíduos existem isoladamente.
Para Hobbes, ele é um estado de guerra permanente dos
indivíduos entre si, no qual reina o medo da morte violenta. Nele,
a única lei que existe é a da força do mais forte. Para Rousseau,
ao contrário, o estado de natureza não é de guerra e medo, mas
de felicidade e inocência. Nele, as pessoas se comunicam por
gritos, gestos e música, e vivem do que a natureza fornece. Esse
estado, entretanto, chega ao fim quando surge a primeira cerca,
ou seja, quando surge a propriedade privada. A partir de então,
nesse estado de sociedade, passa a prevalecer a guerra de todos
contra todos.
Marilena Chauí. Iniciação à Filosofia [Manual do Professor]. p. 504 (com adaptações).
Considerando-se as informações do texto precedente e aspectos a ele relacionados, é correto concluir que
Marilena Chauí. Iniciação à Filosofia [Manual do Professor]. p. 504 (com adaptações).
Considerando-se as informações do texto precedente e aspectos a ele relacionados, é correto concluir que
Segundo algumas das principais teorias políticas dos séculos
XVII e XVIII, contrato social consiste em uma concepção que
busca explicar
No seu livro Introdução à filosofia ocidental, o
professor Antony Flew diz que filosofia consiste em argumentos
“sempre, do início ao fim” e, como não há argumentos no
pensamento oriental (ou conforme ele pensa), por consequência
não existe filosofia no pensamento oriental. De modo similar,
refere-se à tradição filosófica africana. Contudo, quando ele diz
que sem argumentação e clarificação não há filosofia,
tecnicamente falando, ele identifica filosofia com uma
argumentação tipicamente ocidental. Em outras palavras, ele
quer dizer que, se a atividade reflexiva não estiver baseada na
argumentação e clarificação típicas do pensamento ocidental
(recomendado pela tradição analítica anglo-saxã), ela não é
filosofia. Em primeiro lugar, a essência da filosofia não é o
argumento, mas a reflexão, o que faz com que não tomemos a
argumentação tipicamente ocidental como padrão para a
filosofia. Em qualquer lugar existe reflexão acerca das questões
fundamentais sobre o ser humano e o mundo (seja qual for a
forma de reflexão empreendida), isto é, filosofia.
Joseph I. Omoregbe. Filosofia Africana: Ontem e Hoje. Internet:<www.filosofiaafricana.weebly.com> (com adaptações).
A partir da crítica apresentada no texto anterior, de Joseph Omoregbe, infere-se que, para esse autor,
Joseph I. Omoregbe. Filosofia Africana: Ontem e Hoje. Internet:<www.filosofiaafricana.weebly.com> (com adaptações).
A partir da crítica apresentada no texto anterior, de Joseph Omoregbe, infere-se que, para esse autor,
Quanto à sua formulação lógica, o raciocínio “Todo homem é
mortal. Sócrates é homem. Logo, Sócrates é mortal.” consiste em
A partir do século XIII, desenvolveu-se um cenário intelectual que adquiriria um caráter de notável unidade, sobretudo com os manuais de Toletus, de Rubio e dos conimbricenses. Trata-se, de acordo com Étienne Gilson, “daquele aristotelismo cristianizado e de método essencialmente dialético. (...) Na origem desse movimento de ideias está o ensino dos mestres da Faculdade de Artes, que não têm outra função fora comentar ou, como se dizia na época, ‘ler’ sucessivamente diante de seus alunos todos os tratados conhecidos de Aristóteles”.
O texto precedente aborda características