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A passagem do pensamento mitológico para o filosófico marcou uma mudança significativa na maneira como os gregos antigos explicavam o mundo e os fenômenos naturais. Sobre as características do pensamento mitológico em contraste com o pensamento filosófico, assinale a principal característica do pensamento mitológico e como ela se difere da abordagem filosófica.
“O médico contempla o homem em toda a sua fraqueza; o advogado, em toda a sua maldade; e o sacerdote, em toda a sua estupidez.” Schopenhauer.

O que aproxima os três tipos de contemplação é
“Quando os dirigentes do Estado, sem constranger absolutamente o comércio, desejam, no entanto, desviá-lo para outra direção, impõem à mercadoria que pretendem desviar tributos capazes de indispor os habitantes em relação a essa mercadoria. Cada Nação é competente para decidir sobre as condições em que ela receberá mercadorias estrangeiras, e até mesmo recusar-se a recebê-las de todo.”

VATTEL, Emer de. O direito das gentes. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2004. p. 71. (Adaptado).

Para Vattel, o comércio é direito natural, por meio do qual os homens cooperam entre si e usufruem das vantagens de viver em sociedade. Sobre o comércio internacional, é correto afirmar que
“Ora, direis, ouvir estrelas, certo perdeste o senso
E eu vos direi, no entanto
Enquanto houver espaço, corpo, tempo e algum modo de dizer não
Eu canto”.

BELCHIOR. Divina comédia humana, álbum Todos os Sentidos. Rio de Janeiro: Warner Music Brasil, 1978.

Belchior (1946-2017), cantor e compositor cearense, costumeiramente fazia referências a algumas questões filosóficas que o inquietavam. No trecho anterior, ele apresenta uma compreensão particular da arte como
“Do mesmo modo que o corpo, sendo mortal, os seus sentidos contemplam coisas mortais, assim a alma que contempla realidades imortais e raciocina sobre elas, deve necessariamente ser imortal e viver eternamente. Os pensamentos e considerações sobre a imortalidade jamais a deixam, mas ficam nela como um lar que assegura a imortalidade.”

SANTO Atanásio de Alexandria. Contra os pagãos. São Paulo: Paulus, 2002. p. 58.

A via da prova da imortalidade da alma, no argumento de Atanásio de Alexandria, segue os termos seguintes.