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Ainda sobre a esporotricose, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A esporotricose pode ser diagnosticada por meio de uma correlação entre dados clínicos, epidemiológicos e laboratoriais. A confirmação diagnóstica laboratorial é feita por meio do isolamento do fungo obtido de material de biópsia ou aspirado de lesões. Nos casos mais graves, outras amostras, tais como escarro, sangue, líquido sinovial e líquor podem ser analisadas, de acordo com os órgãos afetados.
( ) Técnicas sorológicas são ferramentas diagnósticas que auxiliam no resultado rápido tanto nos indivíduos que apresentam formas clínicas cutâneas quanto atípicas, inclusive manifestações sistêmicas de esporotricose. O resultado negativo em amostras suspeitas afasta o diagnóstico.
( ) O tratamento deve ser realizado antes da avaliação clínica, com orientação e acompanhamento médico. A duração do tratamento pode variar de três a seis meses, ou mesmo um ano, até a cura do indivíduo. Os antifúngicos utilizados para o tratamento da esporotricose humana são o itraconazol, o iodeto de potássio, a terbinafina e o complexo lipídico de anfotericina B, para as formas graves e disseminadas.
( ) A principal medida de prevenção e controle a ser tomada é evitar a exposição direta ao fungo. É importante usar luvas e roupas de mangas longas em atividades que envolvam o manuseio de material proveniente do solo e plantas, bem como o uso de calçados em trabalhos rurais. Os indivíduos com lesões suspeitas de esporotricose devem procurar atendimento médico, preferencialmente um dermatologista ou infectologista, para investigação, diagnóstico e tratamento.
( ) Toda e qualquer manipulação de animais doentes pelos seus donos e veterinários deve ser feita com o uso de equipamentos de proteção individual (EPI). Além disso, animais com suspeita da doença não devem ser abandonados, assim como o animal morto não deve ser jogado no lixo ou enterrado em terrenos baldios, pois isso manterá a contaminação do solo. Recomenda-se a incineração do corpo do animal, de maneira a minimizar a contaminação do meio ambiente e, assim, interromper o ciclo da doença.
1. Esporotricose cutânea.
2. Esporotricose linfocutânea.3. Esporotricose extracutânea.
4. Esporotricose disseminada.
( ) É a forma clínica mais frequente; são formados pequenos nódulos, localizados na camada da pele mais profunda, seguindo o trajeto do sistema linfático da região corporal afetada. A localização preferencial é nos membros.
( ) Acontece quando a doença se dissemina para outros locais do organismo, com comprometimento de vários órgãos e/ou sistemas (pulmão, ossos, fígado).
( ) Quando a doença se espalha para outros locais do corpo, como ossos, mucosas, entre outros, sem comprometimento da pele.
( ) Caracteriza-se por uma ou múltiplas lesões, localizadas principalmente nas mãos e braços.
1. Medidas aplicáveis às fontes de infecção.
2. Medidas aplicáveis às vias de transmissão.
3. Medidas aplicáveis aos suscetíveis.
( ) Cães e gatos com sinais e sintomas de raiva e que sejam, portanto, potenciais fontes de infecção para novos susceptíveis devem ser mantidos em isolamento para observação por até 10 dias e, com a evolução dos sintomas, submetidos à eutanásia.
( ) Fora do meio intracelular e de um hospedeiro, o vírion do RABV (vírus da raiva) é lábil, em função, sobretudo, da desestruturação do envelope e da consequente perda de infectividade. Superfícies contaminadas podem ser desinfetadas com etanol a 70% ou álcool iodado; para materiais médicos como instrumentos cirúrgicos ou de necropsia, a esterilização por calor (autoclave ou forno) é capaz de eliminar a infectividade viral.
( ) A vacinação de cães e gatos a partir de 3 meses de idade, com revacinação anual, foi a medida que historicamente diminui a prevalência de raiva não só nessas espécies de carnívoros domésticos, mas também entre os seres humanos, tendo reduzido consideravelmente a ocorrência de casos humanos de raiva transmitida por esses animais.
( ) Caracterização dos microrganismos e suas toxinas considerados de interesse ambiental.
( ) Classificação dos alimentos segundo o risco epidemiológico.
( ) Métodos de análise que permitam a determinação dos microrganismos.
( ) Plano de Amostragem para a determinação do número e tamanho de unidade de amostras a serem analisadas.
( ) Normas e padrões de organismos internacionalmente reconhecidos, Codex Alimentarius e outros organismos.