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A Sagrada Escritura nada fala a respeito do final da vida de Maria. No século VI, difunde-se no Oriente a celebração do trânsito ou dormição de Maria, celebrada por volta de 15 de agosto. Em 1950, o Papa Pio XII declarou o dogma da Assunção de Nossa Senhora. Para uma possível atualização desse dogma, apresentam-se as seguintes afirmações.

I. Deus assumiu e transformou tudo de bom que Maria construiu aqui na terra, inclusive seu corpo.
II. Maria assunta é a imagem da Igreja a ser consumada no tempo futuro.
III. Deus desconsidera a história terrena de Maria, elevando seu corpo para a realidade que verdadeiramente interessa.

Sobre as assertivas acima, é correto afirmar que:
Os anawin são uma classe que recebe atenção especial de Deus na Sagrada Escritura. Composta pela viúva, pelo órfão e pelo estrangeiro, são pessoas que precisam de auxílio para sobreviverem em seus contextos de carestia. Cuidar deles é o mesmo que cuidar de Deus. Jesus, inclusive, se identifica com uma série de pessoas pobres e recebe para si qualquer benesse feita a eles. A Doutrina Social da Igreja, por sua vez, constantemente renova sua proximidade e seus cuidados aos pobres.

Considerando as informações acima, o que se pode concluir a partir da Opção Preferencial pelos Pobres?
Qual virtude teologal é uma certeza prática, uma força que ajuda o fiel a viver e a superar suas crises e desafios na vida cotidiana, abrindo novos horizontes, aspirando coisas futuras e esperando de e em Deus?
A confecção de listas na fé cristã faz parte de uma herança judaica. Nesta tradição, a quantidade elencada costuma ajudar no processo mnemônico e na prática da fé. Dez, por exemplo, representa a totalidade que o ser humano é capaz de alcançar, visto que possui dez dedos em suas mãos. O sete representa a perfeição e completude. Quando a Igreja afirma que a quantidade de sacramentos seja sete, compreende que são os necessários para acompanhar toda a vida do ser humano.

Nesse septenário, é incorreto afirmar que o compõe: 
No livro Gn 1.1–2,4a, narra-se o primeiro relato da Criação. Nele, Deus tudo coloca em ordem, primeiramente criando os cenários (céus, terra e mar) para posteriormente encher cada um deles com alimentos e seres vivos (aves, animais terrestres, ser humano, peixes e animais marinhos). A seguir, em Gn 2, encontra-se o segundo relato da Criação, mais antigo em relação ao primeiro e com desenvolvimento mais narrativo. Nele, o ser humano deve aprender com Deus a como dominar a terra, ou seja, torná-la local de vida.

Nessa compreensão bíblica sobre os inícios, é incorreto afirmar que a Criação: