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Considerando o ensino do balé clássico para crianças e jovens com base no método Vaganova, Nabinger et al. (2024) declaram que, na faixa etária de 6 anos, o objetivo central deve ser a preparação de uma base sólida para o estudo da técnica clássica, considerando sua construção gradual junto à construção da qualidade artística. Entre os conteúdos listados para a faixa etária em questão, estão:
Discorrendo sobre a história do balé clássico, Ossona (1988, p. 73) comenta que, no período denominado Renascimento, o balé assumiu uma característica de espetáculo dançante, sendo apresentado em um teatro com uma plateia que habitualmente pagava por seu ingresso. Foi, portanto, nesse período que:
Após o período de surgimento de balés conhecidos como “clássicos de repertório”, como por exemplo, Copélia, Bela Adormecida e Lago dos Cisnes, os quais chegam até nós nos dias de hoje exatamente como foram criados, ganhou destaque o trabalho de Diaglev, Nijinsky e Fokine que trouxeram um balé mais moderno, marcado por: 
De acordo com Assumpção (2003), ainda hoje, o balé clássico segue um código de normas que, seja ele francês, italiano ou russo, não perde a rigidez, chegando ao ponto de haver correções na angulação do rosto dos(as) bailarinos(as). Esses, pela hierarquia que aprenderam a obedecer desde muito cedo, permitem que modelem até mesmo seus rostos, expressões e olhares, ressaltando, assim, o processo que a autora denomina:
Segundo Portinari (1989), a dança teve seu primeiro tratado em Milão, entre 1435 e 1436. Além de ter sido escrito para a nobreza, esse código criava diversas minúcias que só eram acessíveis ao entendimento dos mestres de dança; dificilmente classes menos providas tinham acesso a essa técnica ou espetáculo. A partir daí, foram escritos novos documentos sobre a dança, e um deles conceituou o balletto, que passaria a designar um: