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Vicente e Souza (2011) discorrem sobre os relatos que demonstram o quanto as aulas de dança se configuram como um campo de disputa entre alunos e um momento de decréscimo de autoestima e desvalorização do próprio corpo. O ensino da dança focado no controle do corpo, com muita facilidade, transforma o corpo em um oponente sobre o qual se deve dominar sua mecânica e sua imagem, e que não deve ser poupado para o alcance desse objetivo. No ensino da dança dentro dessa concepção de controle do corpo, portanto, com base nos autores, as singularidades individuais:
Com relação ao ensino da dança, Fortín (1993) elenca três componentes de conhecimento do conteúdo imprescindíveis para professores de dança quando ensinam:
Para Silva e Schwartz (2000), diversos são os fatores que interferem sensivelmente no ensino competente da dança, envolvendo, tanto a participação do profissional como as características da população alvo. De acordo com as autoras, o valor educacional da dança está muito além da simples associação desta ao domínio técnico, tendo como elementos importantes a serem considerados:
Ao classificar a dança, busca-se agrupar diferentes manifestações existentes em categorias distintas de características comuns. De acordo com Kiouranis (2014), diferentes formas de classificação de dança podem ser vislumbradas, pode-se organizá-las a partir da quantidade de pessoas que dançam (solo, dupla, grupos) ou a partir do propósito (lúdicas, religiosas, bélicas, espetáculo, entre outros), entre outras formas. Nesse sentido, para a autora, entre as danças da cultura popular brasileira/folclórica, estão: 
Uma dança folclórica, segundo Dantas (2020), pode ser entendida enquanto uma fala que permite aos intérpretes selecionar, reproduzir ou combinar elementos do código de movimentos preexistente, seguindo certos modelos consagrados pela tradição. Nesse sentido, a composição coreográfica no contexto das danças folclóricas assume como tarefa: