Filtrar


Questões por página:
A chegada dos europeus ao território que viria a ser o Brasil não significou o fim das populações nativas, mas sim o início de um complexo processo de interação, conflito e resistência. A contribuição dos povos indígenas para a formação cultural e social do país é inegável, manifestando-se em diversos aspectos do cotidiano.
A República Velha, iniciada em 1889, foi marcada pela manutenção de estruturas oligárquicas, com o poder concentrado nas mãos de elites agrárias regionais, especialmente em São Paulo e Minas Gerais, através do chamado 'voto de cabresto' e da política do café com leite, que alternava a presidência entre representantes desses dois estados.
As revoltas coloniais, como a Inconfidência Mineira e a Conjuração Baiana, embora distintas em suas origens e composições sociais, compartilharam o objetivo de questionar o domínio português e as imposições do pacto colonial, buscando maior autonomia ou mesmo a independência para as regiões onde ocorreram.
A Era Vargas, que se estendeu de 1930 a 1945, caracterizou-se por um forte centralismo político, pela criação de leis trabalhistas que visavam a proteção do operariado e pela industrialização do país, mas também pela repressão a opositores e pela suspensão de direitos democráticos, especialmente durante o Estado Novo.
A colonização do Brasil, iniciada efetivamente com a expedição de Martim Afonso de Sousa em 1532, estabeleceu um sistema de capitanias hereditárias que, apesar de visar a organização territorial e a defesa, resultou na concentração de terras e na exploração de mão de obra, com o Nordeste açucareiro se destacando como centro dinâmico da vida social, política e econômica, caracterizado por uma sociedade ruralizada, patriarcal e escravista.