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Um juiz de direito, ao analisar um processo criminal referente a um crime de falsidade documental, constatou a necessidade de verificar a autenticidade de um contrato apresentado como prova. Para tanto, expediu uma requisição ao Instituto de Criminalística, solicitando a realização de uma perícia grafotécnica sobre o documento em questão. A perícia foi realizada por um perito oficial, que analisou o documento e emitiu um laudo técnico com suas conclusões.
Em uma audiência criminal, a defesa de um réu acusado de homicídio insiste na tese de legítima defesa. Para corroborar sua argumentação, o advogado apresenta um depoimento escrito de uma testemunha que estaria em outro estado no momento do crime. Paralelamente, o Ministério Público requer a juntada de um laudo pericial que analisou a arma do crime e concluiu pela impossibilidade de ter sido utilizada nas circunstâncias descritas pela defesa. O juiz, por sua vez, considera o depoimento do próprio réu, que confessou ter se desentendido com a vítima.
Um perito criminal foi acionado para investigar uma cena de crime onde um projétil de arma de fogo foi encontrado alojado em uma parede. A autoridade policial requisitou a análise do projétil para determinar características da arma que o disparou. Ao examinar o projétil em laboratório, o perito observou microestrias únicas na superfície, resultantes do atrito com as raias do cano da arma. Este tipo de análise é fundamental para a identificação balística.
Um perito criminal, ao examinar um corpo de delito em uma cena de crime, observou a presença de diversas lesões e a necessidade de coletar amostras biológicas para análise de DNA. A autoridade policial, ciente da importância da perícia para a elucidação do caso, requisitou formalmente a realização do exame. O perito, seguindo os protocolos estabelecidos, documentou meticulosamente as lesões e coletou as amostras, assegurando a cadeia de custódia.
Em uma investigação de latrocínio ocorrida em Cariacica, o perito criminal precisa analisar um projétil encontrado no corpo da vítima e um estojo deflagrado no local. O objetivo é determinar se ambos foram disparados pela mesma arma de fogo, estabelecendo uma conexão entre os vestígios e o evento.