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A economia maranhense, no século XIX, experimentou um processo de decadência em suas grandes lavouras escravistas, como a cana-de-açúcar e o algodão. Dentre os fatores que contribuíram para esse declínio, destacam-se a falta de investimento em novas tecnologias, a desagregação do sistema escravista com o avanço dos movimentos abolicionistas e republicanos, a escassez de capitais para financiamento e a queda nos preços internacionais desses produtos, agravada por fretes marítimos elevados.
A hidrografia maranhense é notadamente influenciada pela presença de grandes bacias hidrográficas, como a do Tocantins-Araguaia e a do Parnaíba, cujos rios desempenham papel crucial no transporte, na geração de energia e no abastecimento das diversas regiões do estado.
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A segunda metade do século XX no Maranhão foi marcada pela expansão da indústria de beneficiamento de couro, que se tornou um pilar de sustentação para o parque fabril local em detrimento de outros setores, como o de produção de açúcar e o de beneficiamento de arroz, que enfrentavam dificuldades.
A colonização francesa no Maranhão, iniciada em 1612 com a fundação de São Luís, teve como objetivo principal o estabelecimento de uma feitoria para a exploração do pau-brasil, diferentemente de outras iniciativas francesas no Brasil que visavam o estabelecimento de colônias de povoamento com foco na produção açucareira.
O relevo do Maranhão é predominantemente plano, com a presença de extensas planícies e tabuleiros costeiros, além de áreas de planalto na porção centro-sul, caracterizando uma diversidade geomorfológica que influencia os padrões de drenagem e a ocupação do solo.