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Concurso:
DPE-PR
Disciplina:
Psicologia
Questão Anulada
Conceitualmente, as habilidades sociais são competências que: a) facilitam a iniciação e manutenção de relacionamentos sociais; b) contribui para a aceitação de colegas; c) resultam em ajustamento escolar satisfatório. Em relação a avaliação das habilidades sociais, analise as afirmativas a seguir:
I. No enfoque multimodal encontram-se modalidades diretas (observação por outros em situação natural e estruturadas; auto-observação e auto registros) e modalidade indireta (entrevistas, inventários).
I. No Brasil dispomos de 12 instrumentos para avaliação de habilidade sociais (sendo 03 disponíveis comercialmente). A população alvo pode variar: pré-escolares, crianças, adolescentes, adultos jovens e casais; sendo sua maior frequência procedimentos de auto avaliação.
III. A escala MESSY – Escala Matson de Habilidades Sociais para Adolescentes, produzida nos Estados Unidos ( Matson, Rotatori & Helsen, 1983) foi estudada no Brasil e validada por Teodoro, Kapppler, Rodrigues, Freitas e Haase que Não encontraram inidicadores satisfatórios de propriedades psicométricas no Instrument Na perspectiva da Análise do comportamento aplicada às habilidades sociais, os procedimentos de análise funcional são os mais indicados.
I. No enfoque multimodal encontram-se modalidades diretas (observação por outros em situação natural e estruturadas; auto-observação e auto registros) e modalidade indireta (entrevistas, inventários).
I. No Brasil dispomos de 12 instrumentos para avaliação de habilidade sociais (sendo 03 disponíveis comercialmente). A população alvo pode variar: pré-escolares, crianças, adolescentes, adultos jovens e casais; sendo sua maior frequência procedimentos de auto avaliação.
III. A escala MESSY – Escala Matson de Habilidades Sociais para Adolescentes, produzida nos Estados Unidos ( Matson, Rotatori & Helsen, 1983) foi estudada no Brasil e validada por Teodoro, Kapppler, Rodrigues, Freitas e Haase que Não encontraram inidicadores satisfatórios de propriedades psicométricas no Instrument Na perspectiva da Análise do comportamento aplicada às habilidades sociais, os procedimentos de análise funcional são os mais indicados.
Concurso:
DPE-PR
Disciplina:
Psicologia
A Psicologia Jurídica, como a entendemos, guarda elementos gerais e outros muito particulares que a eleva ao patamar de disciplina distinta e diferenciada. O uso correto da terminologia é condição para elaboração de Laudos e Pareceres. Como se denomina a área da Psicologia Jurídica que contempla a atividade pericial aos casos apenados quando da solicitação de progressão de regime e nos casos de penas convertidas em Medida de Segurança ( exame de cessação de Periculosidade). Para esses fins o exame seria complementar nas perícias psiquiátricas e seria emitido o Parecer Psicológico.
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Concurso:
DPE-PR
Disciplina:
Psicologia
Myra y Lopéz (2007, p.200 e seguintes) refere-se à inexatidão do depoimento por tendência afetiva, o que sugere cuidados especiais, principalmente nas situações carregadas de grande carga emocional. Manifesta-se por meio de diversos tipos de atitudes e comportamentos.
I. Identificação com a Vítima – quando a vítima apresenta fragilidade, grande sofrimento, graves dificuldades econômicas, deficiência orgânica ou psíquica ou com muitos filhos. Antipatia com a outra parte – a situação da outra parte desperta ideias preconceituosas.
II. Valor Moral – compreende-se a defesa de ideias internalizadas, que a situação da vítima demonstra terem sido transgredidos. Inclui “restaurar a verdade”, “defender o que é justo”, ou “defender os oprimidos”.
III. Falsas crenças – pode ocorrer por semelhanças de qualquer ordem (mesma formação, opção política, etnia, opção sexual) que podem incluir o fato de ter vivenciado situação similar ( a vítima foi agredida pelo marido, a entrevistadora ou a jurada também).
Está(ão) correta(s) APENAS:
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I. Identificação com a Vítima – quando a vítima apresenta fragilidade, grande sofrimento, graves dificuldades econômicas, deficiência orgânica ou psíquica ou com muitos filhos. Antipatia com a outra parte – a situação da outra parte desperta ideias preconceituosas.
II. Valor Moral – compreende-se a defesa de ideias internalizadas, que a situação da vítima demonstra terem sido transgredidos. Inclui “restaurar a verdade”, “defender o que é justo”, ou “defender os oprimidos”.
III. Falsas crenças – pode ocorrer por semelhanças de qualquer ordem (mesma formação, opção política, etnia, opção sexual) que podem incluir o fato de ter vivenciado situação similar ( a vítima foi agredida pelo marido, a entrevistadora ou a jurada também).
Está(ão) correta(s) APENAS:
Concurso:
DPE-PR
Disciplina:
Psicologia
Ao abordar hipóteses a respeito dos fatores que contribuem para que um indivíduo venha a delinquir podemos considerar:
I. Predisposição genética – O pesquisador Hare sustenta que a prevalência de psicopatas na população carcerária seria de 15 a 20%, enquanto que na população em geral é em torno de 01%. Entretanto Fernandes e Fernandes (1995) assinalam que “ parece irrecusável que existe uma contribuição genética para quase toda forma de comportamento, mas não é absolutamente verdadeiro que o comportamento específico dos seres humanos seja determinado apenas geneticamente.
II. O lar: condicionamentos e modelos – a dinâmica familiar apresenta influência no modo como o indivíduo irá se relacionar com o meio, inclusive em questões envolvendo atos ilícitos. No lar instalam-se as bases de crenças, valores e fundamentos de cada indivíduo, que se refletirão, mais tarde em condicionamentos positivos ou negativos em seus relacionamentos interpessoais.
III. A adolescência – alguns fatores contribuem para tornar o adolescente mais vulnerável à prática da delinquência, em comparação com o que acontece em outros momentos da vida. Três fatores atenuam essa vulnerabilidade aumentam a resiliência: 1) Vulnerabilidade do adolescente às mensagens que induzem à violência e à transgressão; 2) Complacência parental e 3) Percepção de falta de espaço no mundo adulto.
IV. Os microfatores externos. Se de um lado existe o indivíduo propenso à prática de delitos, por inúmeras razões, de outro, evidenciam-se indiscutíveis estímulos à delinquência: falta de limites durante a infância e também a expectativa de impunidade.
Está correto o que se afirma APENAS em:
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I. Predisposição genética – O pesquisador Hare sustenta que a prevalência de psicopatas na população carcerária seria de 15 a 20%, enquanto que na população em geral é em torno de 01%. Entretanto Fernandes e Fernandes (1995) assinalam que “ parece irrecusável que existe uma contribuição genética para quase toda forma de comportamento, mas não é absolutamente verdadeiro que o comportamento específico dos seres humanos seja determinado apenas geneticamente.
II. O lar: condicionamentos e modelos – a dinâmica familiar apresenta influência no modo como o indivíduo irá se relacionar com o meio, inclusive em questões envolvendo atos ilícitos. No lar instalam-se as bases de crenças, valores e fundamentos de cada indivíduo, que se refletirão, mais tarde em condicionamentos positivos ou negativos em seus relacionamentos interpessoais.
III. A adolescência – alguns fatores contribuem para tornar o adolescente mais vulnerável à prática da delinquência, em comparação com o que acontece em outros momentos da vida. Três fatores atenuam essa vulnerabilidade aumentam a resiliência: 1) Vulnerabilidade do adolescente às mensagens que induzem à violência e à transgressão; 2) Complacência parental e 3) Percepção de falta de espaço no mundo adulto.
IV. Os microfatores externos. Se de um lado existe o indivíduo propenso à prática de delitos, por inúmeras razões, de outro, evidenciam-se indiscutíveis estímulos à delinquência: falta de limites durante a infância e também a expectativa de impunidade.
Está correto o que se afirma APENAS em:
Concurso:
DPE-PR
Disciplina:
Psicologia
O diagnóstico clínico é constituído por um conjunto de técnicas e testes. No processo psicodiagnóstico, após as entrevistas com os pais, no primeiro encontro com a criança comumente se utiliza uma modalidade projetiva. Como se denomina essa técnica preferencial na avaliação psicológica de crianças?