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Tomando por base a Instrução Normativa CGU nº 3/2017, que aprova o Referencial Técnico da Atividade de Auditoria Interna Governamental do Poder Executivo Federal, analise as afirmativas a seguir.

I. A auditoria operacional avalia economicidade, eficiência e eficácia da gestão, e a auditoria de conformidade examina a regularidade (legalidade / aderência a normas); ambas integram os serviços de avaliação previstos no referencial técnico e devem manter autonomia técnica e objetividade.

II. A unidade de auditoria deve comunicar de forma clara e tempestiva às instâncias apropriadas os resultados e as informações sobre riscos e controles, inclusive deficiências relevantes de controle interno, encaminhando recomendações e reportes à alta administração.

III. Não compete à auditoria interna comunicar deficiências de controle interno identificadas em trabalhos operacionais ou de conformidade; tal atribuição é exclusiva da segunda linha de defesa, razão pela qual a Unidade de Auditoria Interna Governamental (UAIG) não deve reportar tais achados.

Estão corretas as afirmativas
No contexto da governança das contratações públicas e da gestão de riscos nas licitações e contratos, tomando como base os preceitos do Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP) e do Manual de Licitação e Contratos: Orientações e Jurisprudência (MLC) do TCU, é correto afirmar:
Nas organizações públicas, proceder avaliação da operacionalização dos controles internos da gestão e da supervisão dos controles internos é responsabilidade da área funcional de

Julgue o item a seguir.


A transparência na Administração Pública não é um princípio essencial, sendo apenas uma opção para os gestores públicos. Não há obrigação legal para que todas as informações sejam acessíveis ao público, pois isso poderia comprometer a eficácia administrativa. Além disso, a divulgação excessiva de informações pode expor estratégias e decisões sensíveis que prejudicariam a eficiência governamental.

Julgue o item a seguir.


O âmbito de atuação da auditoria interna engloba uma avaliação abrangente e detalhada da eficácia dos controles internos, da governança corporativa e da gestão de riscos organizacionais. As normas internacionais de auditoria interna estabelecem que o auditor deve planejar e conduzir suas atividades de forma sistemática e disciplinada, com base em uma meticulosa análise de risco. Esse planejamento orientado pelo risco assegura que todas as áreas críticas e significativas da organização sejam adequadamente auditadas, permitindo a identificação de potenciais fraquezas e a recomendação de melhorias. Além disso, a auditoria interna deve incorporar uma abordagem integrada que considere as inter-relações entre diferentes processos e sistemas, promovendo assim uma visão holística e estratégica da governança organizacional e contribuindo para a melhoria contínua da eficiência operacional e da conformidade com normas e regulamentos aplicáveis.