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Atanásio de Alexandria (c. 296 – 373) é uma das figuras mais significativas do desenvolvimento da teologia cristã, especialmente no tocante à formulação da ortodoxia cristológica. Durante o século 4º , em meio às intensas controvérsias que envolveram o arianismo, Atanásio destacou-se por sua incansável defesa da consubstancialidade (homoousios) entre o Pai e o Filho, posição que seria posteriormente consolidada no Credo Niceno. Sua compreensão teológica enfatizava que somente um redentor verdadeiramente divino poderia efetuar a salvação da humanidade, pois, para Atanásio, a reconciliação entre Deus e os homens exigia que o mediador compartilhasse da natureza divina de maneira plena e não subordinada.
Assinale a alternativa que apresenta a principal contribuição de Atanásio para a fé cristã. 
No âmbito das formulações doutrinárias do século 16, a teologia de João Calvino destaca-se não apenas pela clareza sistemática de sua soteriologia e cristologia, mas também por sua refinada concepção de eclesiologia. Respondendo aos desafios que a Reforma impunha à definição da Igreja — especialmente em contraste com a eclesiologia romana e no magistério papal —, Calvino propôs um modelo em que a identidade da Igreja se define não por critérios institucionais hierárquicos, mas por marcas visíveis e objetivas relacionadas à função espiritual da comunidade cristã. De acordo com Alister McGrath, Calvino apresentou aquela que é considerada uma das “mais sofisticadas definições protestantes da Igreja de seu tempo”.
Conforme essa perspectiva eclesiológica, as marcas que caracterizam uma verdadeira Igreja são a
No contexto da cristandade ocidental do início do século 16, marcada por crescente insatisfação com práticas eclesiásticas como a venda de indulgências e a institucionalização da fé, Martinho Lutero emergiu como protagonista do movimento reformador ao desafiar fundamentos teológicos e estruturais da Igreja Romana. Em suas 95 teses de 1517, publicadas em Wittenberg, a de número 62 afirma que “o verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus”. Essa formulação condensa o princípio axial da teologia reformada nascente: a salvação como dom gratuito de Deus, mediado pela Palavra e apropriado pela fé, não condicionado por mecanismos institucionais. Nesse sentido, a compreensão de Lutero redefine o lócus da autoridade teológica, deslocando-o da instituição eclesiástica para a centralidade do Evangelho.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.
O Concílio Vaticano II (1962-1965), convocado por João XXIII e conduzido por Paulo VI, reconfigurou paradigmas eclesiológicos, litúrgicos e ecumênicos da Igreja Católica. Sua perspectiva articulou tradição e modernidade, promovendo diálogo com vertentes cristãs não católicas mediante observadores externos.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta corretamente o teólogo protestante que, como observador oficial, contribuiu para os debates do Concílio. 
Leia o texto a seguir:
        _______________ é uma interpretação cristã da realidade fundamentada na promessa de Deus, que impulsiona o indivíduo a agir no presente em direção à transformação histórica e social, tendo como horizonte a plenitude futura revelada em Cristo.
        Para _________________, a esperança cristã não é uma espera passiva pelo além, mas uma força ativa de renovação do mundo, ancorada na ressurreição de Jesus como antecipação do novo futuro de Deus. A escatologia, portanto, deixa de ser apenas “o último capítulo” da teologia, passando a ser a perspectiva a partir da qual toda a fé e prática cristã são reinterpretadas.

As lacunas são preenchidas, correta e respectivamente, por: