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Segundo o historiador Francisco Eduardo Aves de
Aimeida, no livro “Atlântico: a história de um oceano”, em
seu artigo intitulado "A Grande Guerra e o Atlântico”, a
Primeira Guerra Mundial não envolveu apenas as nações
da Europa, países de outros continentes, como o Canadá,
a Austrália, a Nova Zelândia, participaram ativamente do
conflito. Na América do Sul, o Brasil enviou uma força
naval para a guerra. Sobre a participação brasileira em
âmbito político, econômico e militar na Grande Guerra,
assinale a opção correta.
Analise o trecho abaixo.
“Os gregos conferiam a esse ponto extremo o nome de Colunas de Hércules, em memória às aventuras mitológicas do seu conhecido herói, o qual, num dos seus 12 trabalhos super-humanos, teria aberto à força o contato entre o Atlântico e o Mediterrâneo empurrando as montanhas para que pudesse passar. Aquém desse ponto era o mundo conhecido; para além dele, raras as informações nutriam histórias fantásticas e temores atávicos." (NETO, José Maria. G. S.; Para além das colunas de Hércules: o Atlântico na Antiguidade. In. Teixeira da Silva, F. C. ; Leão, K. S. S.; & Alves de Almeida, F. E. Atlântico: a história de um oceano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2013. p. 24.)
Essa imagem do Atlântico como um misto de temor e pânico, mas também, fascínio e maravilhoso que flertava com o absurdo e o irreal tem uma longa história nas narrativas do Ocidente. O seu nascimento está conectado a uma série de questões e contextos desenvolvidos pelas civilizações da Antiguidade clássica, em particular, a grega. Nesse sentido, assinale corretamente a opção que apresenta corretamente a tese defendida pelo autor em seu texto.
“Os gregos conferiam a esse ponto extremo o nome de Colunas de Hércules, em memória às aventuras mitológicas do seu conhecido herói, o qual, num dos seus 12 trabalhos super-humanos, teria aberto à força o contato entre o Atlântico e o Mediterrâneo empurrando as montanhas para que pudesse passar. Aquém desse ponto era o mundo conhecido; para além dele, raras as informações nutriam histórias fantásticas e temores atávicos." (NETO, José Maria. G. S.; Para além das colunas de Hércules: o Atlântico na Antiguidade. In. Teixeira da Silva, F. C. ; Leão, K. S. S.; & Alves de Almeida, F. E. Atlântico: a história de um oceano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2013. p. 24.)
Essa imagem do Atlântico como um misto de temor e pânico, mas também, fascínio e maravilhoso que flertava com o absurdo e o irreal tem uma longa história nas narrativas do Ocidente. O seu nascimento está conectado a uma série de questões e contextos desenvolvidos pelas civilizações da Antiguidade clássica, em particular, a grega. Nesse sentido, assinale corretamente a opção que apresenta corretamente a tese defendida pelo autor em seu texto.
Em meados do século XIX, o Império do Brasil se
envolveu em uma guerra na região platina contra Juan
Manuel de Rosas, governador da Província de Buenos
Aires e Manuel Oribe, presidente da República Oriental do
Uruguai e líder do Partido Blanco. Durante essa
campanha, tendo como seus aliados os governadores das
províncias argentinas de Entre Rios e Corrientes e O
Partido Colorado uruguaio, o Império Brasileiro se interpôs
a uma tentativa de união de seus vizinhos do sul, que
enfraqueceria a posição brasileira no Rio da Prata e se
tornaria uma ameaça na fronteira do Rio Grande do Sul,
há pouco pacificado. O grande momento da Marinha
Brasileira nesse conflito foi:
A Marinha Brasileira buscava obter apoio para o
desenvolvimento de um necessário reaparelhamento naval no início do século XX. O Programa de 1904, de autoria de
Júlio de Noronha, apresentava a vantagem de ser um
plano de conjunto, ou seja, incluía a criação de um
moderno arsenal e um porto militar, que juntamente com
os navios formaria um tripé de sustentação da Marinha.
Nesse sentido, a reformulação do programa de 1904, que
ganhou impulso a partir de 1906, incluía:
Analise o trecho abaixo.
Sobre a construção de um modelo explicativo, Virginia Fontes sugere que, para "construir um modelo supõe uma generalização prévia (formulação clara de hipótese ou problema, condição para sua própria elaboração) e, num segundo momento, o de sua aplicação, ele deve permitir um explicação abrangente de um fenômeno ou grupo de fenômeno."
(FONTES, Virgínia. História e modelos. In: CARDOSO Ciro F.; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p. 356).
Com base na autora, assinale a opção que apresenta a definição de um modelo.
Sobre a construção de um modelo explicativo, Virginia Fontes sugere que, para "construir um modelo supõe uma generalização prévia (formulação clara de hipótese ou problema, condição para sua própria elaboração) e, num segundo momento, o de sua aplicação, ele deve permitir um explicação abrangente de um fenômeno ou grupo de fenômeno."
(FONTES, Virgínia. História e modelos. In: CARDOSO Ciro F.; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p. 356).
Com base na autora, assinale a opção que apresenta a definição de um modelo.