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No livro “Atlântico: a história de um oceano”, no capítulo intitulado “Um oceano de revoluções. História & historiografia do Atlântico e de suas revoluções nos séculos XVII e XVII, o historiador Francisco Carlos Teixeira da Silva afirma que o território brasileiro está conectado ao oceano Atlântico desde os primórdios da Colônia por meio das Grandes Navegações e do tráfico transatlântico de escravizados e, depois, nos tempos do Brasil independente, por meio das exportações de produtos agrícolas, como o café. A ideia de um espaço-tempo Atlântico envolvendo as Américas, a Europa e a África é marcado por alguns contextos históricos relevantes. Nesse sentido, assinale a opção INCORRETA. 
Com o avanço das tensões, em meados da década de 60 do século XIX, o Império do Brasil se envolveu em uma Guerra contra o Governo do Paraguai. Alguns atos de hostilidade levaram à assinatura de um tratado pelo Império Brasileiro, a Argentina e o Uruguai contra o Governo do Paraguai em 1° de maio de 1865, o denominado Tratado da Tríplice Aliança. De acordo com Armando de Senna Bittencourt, no livro “Introdução a História Marítima Braslleira”, analise as afirmativas que apresentam os motivos que levaram à assinatura desse tratado, assinalando a seguir a opção correta.

|- A disputa por territórios fronteiriços entre o Paraguai, a Argentina e o Brasil e controvérsias quanto ao comércio de café, as quais já se estendiam desde o século XVII.
II- A invasão do Sul de Mato Grosso por tropas paraguaias, em 28 de dezembro de 1864.
llI- Os já insuportáveis saques a propriedades privadas na fronteira com os estados do Mato Grosso do Sul, Parana e Santa Catarina desde janeiro de 1865.
IV- A invasão de território da Argentina por tropas paraguaias, em 13 de abril de 1865, ocupando a Cidade de Corrientes e apresando os vapores argentinos Gualeguay e 25 de Mayo.
V- O apresamento do Vapor brasileiro Marqués de Olinda, que viajava para Mato Grosso transportando o novo presidente dessa província, em 12 de novembro de 1864, em Assunção. 
Em sua obra clássica, Carlo Ginzburg (2006) discorre sobre o julgamento do moleiro Domenico Scandella, conhecido como Menóchio, em um tribunai da Santa Inquisição. O livro é considerado um manual de microhistória no qual, a partir do depoimento do moleiro ao tribunal, o autor identifica uma dualidade a partir da compreensão do que é cultura popular e cultura erudita.

"Não, senhor, mas sobre isso eu li no Fioretto della Bibbia, mas as outras coisas que eu disse sobre o caos eu tirei da minha própria cabeça."
(GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes: o cotidiano e as ideias de um moleiro perseguido pela inquisição. Tradução de Maria Betânia Amoroso e José Paulo Paes. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.). p. 89.

A partir do trecho do depoimento de Menochio destacado acima, assinale a opção que apresenta a dualidade sugerida pelo autor. 
Analise o trecho abaixo.

"Durante a Idade Média já se realizavam viagens costeiras entre o mar Mediterrâneo e o norte da Europa, com fins comerciais. A Guerra dos Cem Anos ativou particularmente esse comércio maritimo, em face da conflagração nos territórios continentais. A Inglaterra, sempre notavel pela maneira de resolver seus problemas, apresentou um sistema interessante para o emprego dos navios. Havia um acordo entre o rei e os armadores, pelo qual estes cediam seus navios ao govemo em caso de necessidade, para que servissem como navios de guerra. Para isso, os navios mercantes sofriam uma pequena alteração”.
(ALBUQUERQUE, Antonio Luiz Porto e; SILVA, Léo F. e. Fatos da Historia Naval. 2. ed. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2008, p. 41).

Sobre a guerra naval na ldade Média, em conformidade com as ideias contidas no livro “Fatos da Historia Naval’, de Antonio Luiz Porto e Albuquerque e Léo Fonseca e Silva, assinale a opção INCORRETA. 
Analise o trecho abaixo.

“Na madrugada de 19 de fevereiro de 1868, iniciou-se a Passagem de Humaitá. A Força Naval de Inhaúma intensificou o bombardeio e a Divisão Avançada, comandada pelo Capitão de Mar e Guerra Delfim Carlos de Carvalho, depois Almirante e Barão da Passagem, avançou rio acima. Essa divisão era formada por seis navios: os Encouraçados Barroso, Tamandaré e Bahia e os Monitores Rio Grande, Pará e Alagoas”.
(BITTENCOURT, A. de S. Introdução à História Marítima Brasileita. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2008, p. 117).

Sobre a Passagem de Humaitá, levada a efeito durante a Guerra da Tríplice Aliança contra o Governo do Paraguai, é correto afirmar que: