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Na elaboração de uma atividade de ensino de vetores para estudantes do 7º ano do Ensino Fundamental nas duas escolas, propõe-se a elaboração de uma atividade que integre diferentes abordagens didático-pedagógicas. Qual alternativa representa duas abordagens a serem utilizadas de forma contextualizada nos processos de ensino e aprendizagem, respectivamente, nas escolas A e B?
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Pensando em promover, nas turmas, o pensamento crítico sobre os impactos sociais da ciência e da tecnologia, qual objetivo de aprendizagem deve ser proposto pelo professor?
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Para desenvolver a autonomia dos estudantes, por meio da robótica educacional, empregando metodologias ativas e estratégias avaliativas centradas no estudante, qual ação representa uma escolha para esse plano de aula?
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Que estratégia, ao integrar a avaliação da aprendizagem ao plano de aula, promove o desenvolvimento de conhecimentos e a autonomia dos estudantes?
O espaço escolar é um lugar de convívio. Nele encontramos não apenas as relações das pessoas com o conhecimento, mas também o aprendizado de como as pessoas se relacionam entre si e com o restante do mundo. Exatamente por isso os conflitos aparecem, e a gestão da escola deve saber como lidar com eles. Por reproduzir as lógicas sociais, encontramos, também na escola, relações que desvalorizam o que é entendido como contra-hegemônico nas culturas. E isso impacta negativamente nas pessoas negras e nas praticantes das Religiões de Matrizes Africanas. Talvez os signos de Exu e de Ogum sejam boas pistas sobre como lidar com a escola na busca de espaços menos opressivos. Essas duas divindades do panteão iorubano são vinculadas aos caminhos, à comunicação, à política, aos conflitos e, de algum modo, à própria educação. Exu e Ogum nos ensinam que a convivência não precisa de uma suposição de que todas e todos pensem do mesmo modo, desejem do mesmo modo, caminhem pelos mesmos caminhos. Mas ensinam que o mundo é criado coletivamente e que, entre conflitos e andanças, devemos preservar as diferenças.

NASCIMENTO, W. F. As religiões de matrizes africanas, resistência
e contexto escolar: entre encruzilhadas. In: Memórias do
Baobá II. Fortaleza: Editora UFC,2017 (adaptado).

Com base no texto e nas ações de enfrentamento ao racismo religioso no espaço escolar, é correto afirmar que a