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Concurso:
Prefeitura de Senador Canedo - GO
Disciplina:
Meio Ambiente
Leia o texto a seguir.
Em novembro de 2025, durante a 30ª Conferência das Partes sobre Mudança do Clima (COP30), realizada em Belém (PA), o Ministério da Educação apresentou, em painel oficial, a Política Nacional de Educação Ambiental Escolar (PNEAE). De acordo com o MEC, essa política busca apoiar escolas e redes de ensino na implementação da Educação Ambiental, que há anos integra os currículos brasileiros como tema transversal e costuma aparecer em projetos e ações como hortas escolares, manejo de nascentes, atividades de reflorestamento e práticas de sustentabilidade no cotidiano da Escola. Nos documentos divulgados na conferência, o MEC relacionou a criação da PNEAE aos impactos recentes da crise climática sobre a educação, destacando que enchentes, secas e ondas de calor têm interrompido aulas, danificado escolas e atingido com maior intensidade estudantes de comunidades socialmente vulneráveis. A política passa a tratar esses efeitos como uma questão socioambiental e propõe incluir de forma sistemática a educação climática nos currículos, ampliar a formação de profissionais da educação em temas ambientais e climáticos e fortalecer a participação das redes de ensino na elaboração e implementação de ações coletivas de adaptação e resiliência, em articulação com diferentes esferas de governo.
Essa nova política pode ser caracterizada como uma Educação Ambiental que expressa uma orientação
Em novembro de 2025, durante a 30ª Conferência das Partes sobre Mudança do Clima (COP30), realizada em Belém (PA), o Ministério da Educação apresentou, em painel oficial, a Política Nacional de Educação Ambiental Escolar (PNEAE). De acordo com o MEC, essa política busca apoiar escolas e redes de ensino na implementação da Educação Ambiental, que há anos integra os currículos brasileiros como tema transversal e costuma aparecer em projetos e ações como hortas escolares, manejo de nascentes, atividades de reflorestamento e práticas de sustentabilidade no cotidiano da Escola. Nos documentos divulgados na conferência, o MEC relacionou a criação da PNEAE aos impactos recentes da crise climática sobre a educação, destacando que enchentes, secas e ondas de calor têm interrompido aulas, danificado escolas e atingido com maior intensidade estudantes de comunidades socialmente vulneráveis. A política passa a tratar esses efeitos como uma questão socioambiental e propõe incluir de forma sistemática a educação climática nos currículos, ampliar a formação de profissionais da educação em temas ambientais e climáticos e fortalecer a participação das redes de ensino na elaboração e implementação de ações coletivas de adaptação e resiliência, em articulação com diferentes esferas de governo.
Essa nova política pode ser caracterizada como uma Educação Ambiental que expressa uma orientação
Concurso:
Prefeitura de Senador Canedo - GO
Disciplina:
Geologia
Leia o caso a seguir.
Na Bacia Sedimentar do Amazonas, pesquisas compararam solos de terra firme e de várzea usados na agricultura familiar. Nessa região, o clima é quente e úmido na maior parte do ano, com chuvas frequentes.
Nos locais de terra firme, os solos formam perfis muito profundos, com vários horizontes bem definidos. Logo abaixo da camada superficial mais escura, aparece uma faixa espessa de solo avermelhado ou amarelado, de textura fina, estrutura bastante estável e quase sem fragmentos de rocha visíveis. Mesmo sendo espessos, esses solos têm baixa disponibilidade natural de nutrientes, o que leva os agricultores a usar grandes quantidades de corretivos e fertilizantes para manter a produção.
Nos solos de várzea, próximos a rios que transbordam periodicamente, o perfil é menos profundo e os horizontes são menos nítidos. A camada superficial é mais escura e rica em matéria orgânica e, logo abaixo, surgem sedimentos mais claros, com minerais pouco alterados. Nessas áreas, a fertilidade natural é maior e a produtividade costuma se manter com menor uso de insumos.
A diferença entre os solos de terra firme e de várzea nessa região está associada à predominância
Na Bacia Sedimentar do Amazonas, pesquisas compararam solos de terra firme e de várzea usados na agricultura familiar. Nessa região, o clima é quente e úmido na maior parte do ano, com chuvas frequentes.
Nos locais de terra firme, os solos formam perfis muito profundos, com vários horizontes bem definidos. Logo abaixo da camada superficial mais escura, aparece uma faixa espessa de solo avermelhado ou amarelado, de textura fina, estrutura bastante estável e quase sem fragmentos de rocha visíveis. Mesmo sendo espessos, esses solos têm baixa disponibilidade natural de nutrientes, o que leva os agricultores a usar grandes quantidades de corretivos e fertilizantes para manter a produção.
Nos solos de várzea, próximos a rios que transbordam periodicamente, o perfil é menos profundo e os horizontes são menos nítidos. A camada superficial é mais escura e rica em matéria orgânica e, logo abaixo, surgem sedimentos mais claros, com minerais pouco alterados. Nessas áreas, a fertilidade natural é maior e a produtividade costuma se manter com menor uso de insumos.
A diferença entre os solos de terra firme e de várzea nessa região está associada à predominância
Concurso:
Prefeitura de Senador Canedo - GO
Disciplina:
Ciências
Leia o texto a seguir.
Para calibrar um modelo numérico da variação anual da trajetória aparente do Sol no céu, uma equipe de astrônomos coletou dados em diferentes observatórios. Em cada local, registraram as coordenadas geográficas, a data da observação e os horários de nascer e pôr do Sol.

Os registros apresentados para as cidades I, II, III e IV correspondem, respectivamente, a:
Concurso:
Prefeitura de Senador Canedo - GO
Disciplina:
Engenharia Agronômica (Agronomia)
Leia o caso a seguir.
Durante o planejamento de um experimento com alface (Lactuca sativa), um agrônomo considerou que essa cultura se desenvolve melhor em solos com pH levemente ácido a neutro, baixos valores de salinidade, boa estrutura física, sem compactação excessiva, e teores adequados de alguns cátions, como cálcio e magnésio.
Em uma região onde parte das lavouras vem sendo irrigada com água de reuso, ele solicitou a análise de duas áreas, I e II, cogitadas para o plantio. O laudo do laboratório apresentou os seguintes resultados:
Para tornar viável o plantio de alface, quais práticas de manejo do solo devem ser empregadas nas áreas I e II?
Durante o planejamento de um experimento com alface (Lactuca sativa), um agrônomo considerou que essa cultura se desenvolve melhor em solos com pH levemente ácido a neutro, baixos valores de salinidade, boa estrutura física, sem compactação excessiva, e teores adequados de alguns cátions, como cálcio e magnésio.
Em uma região onde parte das lavouras vem sendo irrigada com água de reuso, ele solicitou a análise de duas áreas, I e II, cogitadas para o plantio. O laudo do laboratório apresentou os seguintes resultados:
Para tornar viável o plantio de alface, quais práticas de manejo do solo devem ser empregadas nas áreas I e II?
Concurso:
Prefeitura de Senador Canedo - GO
Disciplina:
Pedagogia
Leia o caso a seguir.
Durante uma formação sobre a BNCC em Ciências da Natureza, o coordenador pediu que o grupo comentasse o documento.
O Professor I iniciou a discussão: — Quando leio a BNCC de Ciências, não vejo só uma lista neutra de conteúdos. É um texto que seleciona certos modos de explicar corpo, ambiente e matéria como legítimos na escola. Quando isso vira currículo, acabamos formando um certo tipo de estudante de Ciências, que aprende a se reconhecer dentro dessa maneira específica de organizar conceitos e modelos, enquanto outras formas de se perceber e de perceber o mundo vão ficando em segundo plano.
O Professor II acrescentou: — Concordo que o currículo produz esse tipo de sujeito, mas me preocupo também com a história dessas escolhas. A forma como a BNCC seleciona determinados temas, fala de tecnologia e quase não traz certos saberes do trabalho ou da comunidade está ligada a disputas sobre o que conta como conhecimento escolar. As explicações que aparecem ali foram sendo construídas ao longo do tempo por grupos, instituições e interesses, e tratá-las como naturais pode apagar essa trajetória e as desigualdades envolvidas.
Por fim, o Professor III comentou: — Eu entendo de forma mais direta. A BNCC de Ciências organiza o que os estudantes precisam aprender em cada ano: observar fenômenos, fazer experiências simples, registrar resultados e chegar às explicações mais gerais. Se seguimos essa sequência de conteúdos e habilidades, eles vão acumulando informações confiáveis e confirmam, nas atividades práticas, as explicações que a ciência apresenta. Para mim, o currículo é esse plano bem estruturado que orienta passo a passo o que ensinar em cada etapa.
A relação entre as falas dos professores e as concepções de currículo e de ciência é caracterizada como:
Durante uma formação sobre a BNCC em Ciências da Natureza, o coordenador pediu que o grupo comentasse o documento.
O Professor I iniciou a discussão: — Quando leio a BNCC de Ciências, não vejo só uma lista neutra de conteúdos. É um texto que seleciona certos modos de explicar corpo, ambiente e matéria como legítimos na escola. Quando isso vira currículo, acabamos formando um certo tipo de estudante de Ciências, que aprende a se reconhecer dentro dessa maneira específica de organizar conceitos e modelos, enquanto outras formas de se perceber e de perceber o mundo vão ficando em segundo plano.
O Professor II acrescentou: — Concordo que o currículo produz esse tipo de sujeito, mas me preocupo também com a história dessas escolhas. A forma como a BNCC seleciona determinados temas, fala de tecnologia e quase não traz certos saberes do trabalho ou da comunidade está ligada a disputas sobre o que conta como conhecimento escolar. As explicações que aparecem ali foram sendo construídas ao longo do tempo por grupos, instituições e interesses, e tratá-las como naturais pode apagar essa trajetória e as desigualdades envolvidas.
Por fim, o Professor III comentou: — Eu entendo de forma mais direta. A BNCC de Ciências organiza o que os estudantes precisam aprender em cada ano: observar fenômenos, fazer experiências simples, registrar resultados e chegar às explicações mais gerais. Se seguimos essa sequência de conteúdos e habilidades, eles vão acumulando informações confiáveis e confirmam, nas atividades práticas, as explicações que a ciência apresenta. Para mim, o currículo é esse plano bem estruturado que orienta passo a passo o que ensinar em cada etapa.
A relação entre as falas dos professores e as concepções de currículo e de ciência é caracterizada como: