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Young et al. (“Glucose self-monitoring in non-insulin-treated patients with type 2 diabetes in primary care settings: a
randomized trial”) estudaram o automonitoramento de glicemia capilar (AMGC) no controle da hemoglobina A1c de
pacientes com diabetes tipo 2. Para isso, os autores utilizaram de três estratégias cujos resultados da publicação
são demonstrados na figura a seguir. O grupo-controle (sem AMGC) foi orientado apenas a manter o uso habitual de
seus medicamentos e a realizar exames laboratoriais trimestrais. Os demais participantes foram instruídos a realizar o
AMGC: um grupo de forma periódica, sem suporte adicional (AMGC – sem mensagens), e outro com o mesmo protocolo, mas recebendo lembretes por mensagens de texto (AMGC – com mensagens).
(Young et al., “Glucose self-monitoring in non-insulin-treated patients with type 2 diabetes in primary care settings: a randomized trial”)
Sobre a interpretação desses resultados, assinale a alternativa correta.
(Young et al., “Glucose self-monitoring in non-insulin-treated patients with type 2 diabetes in primary care settings: a randomized trial”)
Sobre a interpretação desses resultados, assinale a alternativa correta.
Gestante de 24 anos, 30 semanas, procura atendimento por dor intensa e feridas em região genital há cinco
dias, que no momento dificulta a sua deambulação.
Há cerca de um ano, teve quadro muito semelhante, mas
não procurou atendimento. Ao exame: múltiplas úlceras
rasas, de fundo avermelhado, bordas irregulares, algumas já cicatrizando. Linfonodos inguinais discretamente
aumentados e dolorosos. Perguntada, a paciente refere
que o quadro iniciou com lesões bolhosas.
Qual a conduta correta para esse caso?
Qual a conduta correta para esse caso?
Mulher, 36 anos, parda, mora em município do semiárido
nordestino com baixo IDH. Mãe solo de três filhos, trabalha como diarista e recebe Bolsa Família. Relata insegurança alimentar frequente, especialmente no fim do mês,
quando recorre a alimentos ultraprocessados por serem
mais baratos. O acesso a frutas e verduras é limitado.
Refere obesidade desde a adolescência (IMC: 34), pressão arterial limítrofe e fadiga constante. Diz que já tentou
“dietas restritivas da internet” sem sucesso e manifesta
desejo de emagrecer “para melhorar a saúde e cuidar
dos filhos”.
Qual deve ser a prioridade da equipe de APS diante desse caso?
Qual deve ser a prioridade da equipe de APS diante desse caso?
Um imigrante moçambicano de 35 anos, vivendo no
Brasil há oito meses, divide um quarto com outros dez
trabalhadores em moradia coletiva. Relata boa saúde,
sem tosse, febre ou perda de peso. Foi identificado como
contato domiciliar de caso bacilífero de tuberculose pulmonar confirmado na mesma residência. Realizou prova
tuberculínica (PPD), com resultado de 5 mm, e radiografia de tórax normal. Não é HIV positivo e não tem comorbidades conhecidas.
Qual é a conduta mais adequada nesse caso?
Qual é a conduta mais adequada nesse caso?
Lúcia, 74 anos, viúva, aposentada, vive sozinha e apresenta hipertensão controlada com losartana, além de
insuficiência renal leve (TFG estimada em 55 mL/min).
Há catorze meses, queixa-se de dor difusa, fadiga intensa e insônia. Apresenta diagnóstico de fibromialgia realizado por reumatologista há oito meses. Refere que o uso
regular de paracetamol não trouxe benefício relevante.
Relata tristeza, isolamento social e redução importante
das atividades que antes realizava, como encontros no
grupo da igreja. Na consulta da APS, pede “um remédio
mais forte” e diz que não acredita em “exercícios que
nunca funcionaram”.
Qual deve ser a conduta prioritária nesse caso?
Qual deve ser a conduta prioritária nesse caso?