Filtrar


Questões por página:
Homem de 53 anos, etilista crônico, com história de pancreatite crônica, apresenta agudização do quadro, e é internado para tratamento clínico. Algumas semanas após a alta, retorna ao pronto-socorro com episódio de hematêmese volumosa. A endoscopia digestiva alta evidencia varizes gástricas isoladas.
A complicação relacionada ao quadro pancreático que originou essa manifestação e a conduta definitiva para o quadro são, respectivamente:
Homem de 54 anos com cirrose alcoólica (Child-Pugh B8, MELD 15) chega ao pronto-socorro com hematêmese volumosa há 6 horas. Apresenta frequência cardíaca de 110 bpm, pressão arterial de 95 × 60 mmHg, Sat O2 de 94% em ar ambiente. Recebeu reposição volêmica inicial, antibioticoterapia profilática e foi iniciado terlipressina. A endoscopia digestiva alta mostra varizes esofágicas de grosso calibre com coágulo aderido instável, que sangra após manipulação com o endoscópio, sendo realizada ligadura elástica.
Dessa forma, qual a conduta mais adequada segundo as diretrizes atuais?
Homem de 25 anos, ocupante da motocicleta que colidiu contra um carro que atravessava na transversal, há 30 minutos, velocidade de 40 km/h, sem capacete. Lateral do veículo com deformidades significativas na porta e no vidro. Sinais vitais no local: Sat O2 : 95%, FR: 16 ipm, FC: 100 bpm, PA: 110 ??x ??70 mmHg, GCS: (AO: 3 RV: 4 RM: 6). O médico recebe o paciente em um hospital com total capacidade diagnóstica e cirúrgica, e os dados da admissão são os seguintes:
A: via aérea pérvia, Sat O2 : 94%, com colar cervical;
B: MV+ bilateral, escoriações em tórax anterior bilateral, FR: 16 ipm;
C: FC: 110 bpm, PA: 110 x 70 mmHg, FAST negativo, pelve estável, sem sangramentos externos;
D: pupilas anisocóricas, midríase à direita, GCS: (AO: 2 RV: 2 RM: 3); E: laceração em crânio à direita, sem lesões em dorso.

Qual achado do exame físico seria esperado nessa condição e quais condutas devem ser instituídas nesse momento?
Homem de 30 anos, condutor do automóvel que sofreu colisão lateral no lado do motorista por veículo que transitava a 80 km/h. Extricação em 30 minutos, FC: 90 bpm, PA: 110 x 70 mmHg, FR: 18 ipm e Sat O2 94%. Chega ao serviço médico com colar cervical, prancha rígida e máscara de O2 a 15 L/min. Sua unidade não possui tomografia e equipe cirúrgica. Os dados da admissão são os seguintes:

•? Conversa com equipe, respiração sem ruídos;
•? Murmúrios vesiculares e expansibilidade reduzidos a esquerda, Sat. O2 : 92%;
•? Sem sangramentos externos, dor abdominal difusa, pelve estável, PA: 100 x 70 mmHg, FC: 100 bpm, FR: 18 ipm, TEC: 4s;
•?AO: 4, RV: 5, RM: 6, pupilas isocóricas e fotorreagentes;
•? Escoriações toracoabdominais à esquerda, sem lesões em dorso.

Qual exame adjunto confirmaria os prováveis diagnósticos e quais as condutas necessárias, respectivamente? 
Homem de 22 anos, vítima de colisão de motocicleta versus automóvel, ocupante da motocicleta, sem capacete, a 50 km/h. Colidiu com a face contra o para-brisa traseiro do veículo. Levado ao pronto-socorro em prancha rígida, com colar cervical e máscara não reinalante com oxigênio 100% a 15 L/min. Há múltiplas fraturas de face, fratura de mandíbula e sangramento em grande quantidade em cavidade oral. Realizada aspiração de via aérea e tentativa de laringoscopia, sem sucesso devido a sangramento contínuo em orofaringe.

Qual a complicação tardia mais frequente do procedimento necessário para assegurar a via aérea do paciente?