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Primigesta de 33 semanas de gestação refere perda vaginal de líquido há 4 horas. Nega comorbidades. Refere boa movimentação fetal. Última consulta de pré-natal foi há duas semanas. Ao exame, PA – 100x60 mmHg, temperatura axilar de 36,2 °C, altura uterina de 30 cm, batimentos cardiofetais 140 bpm, dinâmica uterina ausente, exame especular com saída de líquido amniótico claro sem grumos pelo orifício cervical externo do colo uterino. Hemograma e exame de urina normais. Além de internação, qual é a conduta mais adequada no caso?
Em relação à assistência ao trabalho de parto em gestante de risco habitual, analise as assertivas abaixo:

I. A avaliação do feto no primeiro período do parto deve ser realizada pela ausculta intermitente dos batimentos cardiofetais, ao passo que, no segundo período do parto, a monitorização da frequência cardíaca fetal deve ser contínua, através da cardiotocografia.

II. O toque vaginal para avaliação da progressão do trabalho de parto pode ser realizado a cada 2-4 horas, a depender da necessidade, porém o número de exames vaginais deve ser reduzido ao mínimo necessário.

III. A paciente poderá adotar a posição que achar mais confortável durante o trabalho de parto, podendo deambular e adotar posições verticalizadas.


Quais estão corretas? 
Mulher, 20 anos, previamente hígida, sexualmente ativa, procura a emergência com dor forte em baixo ventre iniciada há uma hora e vômitos. Refere ter tido sangramento vaginal intermitente há dois dias. É usuária de DIU de cobre há um ano e tabagista. Não sabe a data da última menstruação. Ao exame, regular estado geral, sudorética, PA – 70x40 mmHg, FC – 128 bpm, temperatura axilar de 36,5 °C. Apresenta dor à palpação em baixo ventre com descompressão brusca positiva em fossa ilíaca direita. Realizada ultrassonografia transvaginal, que evidenciou útero com DIU normoposicionado, massa heterogênea de 4,0 cm em topografia de anexo direito e presença de grande quantidade de líquido livre. Qual é a conduta imediata indicada? 
Analise abaixo os gráficos que apresentam, respectivamente, a relação entre porcentagem de abortos espontâneos e idade materna, e entre a taxa de nascidos vivos e idade materna:


Imagem associada para resolução da questão




Considerando os gráficos acima e a relação entre idade feminina, infertilidade e abortamento, assinale a alternativa INCORRETA.
 Secundigesta, 35 anos, um parto vaginal há 4 anos, procura a emergência obstétrica devido à cefaleia. Está com 34 semanas de gestação, indicada por ultrassonografia de 12 semanas. Refere pré-natal sem intercorrência até então e diz não possuir doenças crônicas. Está em uso de cálcio e sulfato ferroso. Nega contrações e perdas vaginais e relata boa movimentação fetal. Ao exame, apresenta bom estado geral, PA – 155x105 mmHg, altura uterina de 32 cm, ausência de contrações, batimentos cardiofetais de 145 bpm e cardiotocografia categoria I. Solicitados exames laboratoriais, que retornaram os seguintes resultados: P/C – 0,1; creatinina – 0,7 mg/dL, Hb – 11,9 g/dL, plaquetas – 160.000/mm³; bilirrubina total – 0,6; TGO – 26 U/L. Qual é a hipótese diagnóstica e o tratamento adequado, respectivamente?