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Demo (2015) centra sua proposta de educação no exercício da pesquisa, atrelando o questionamento reconstrutivo como fundamento dessa educação escolar. Para o autor, o questionamento reconstrutivo exige ser compreendido como
Uma mulher de 29 anos procura tratamento relatando pensamentos repetitivos de contaminação e necessidade de lavar as mãos dezenas de vezes ao dia para aliviar a ansiedade. Reconhece que os pensamentos são excessivos, mas sente forte compulsão em realizar os rituais. O terapeuta propõe exposição gradual ao objeto temido (sujeira) e prevenção da resposta compulsiva (não lavar as mãos imediatamente).

Segundo Rangé (2011), a técnica terapêutica cognitivocomportamental utilizada nesse caso é denominada:
Durante o acompanhamento psicoterápico de um homem de 29 anos diagnosticado com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), observa-se uma grande dificuldade em compreender as motivações alheias, interpretar corretamente os estados emocionais de outras pessoas e manter vínculos afetivos estáveis. Em situações de conflito, o paciente demonstra reações impulsivas e dificuldade em reconhecer as intenções dos outros, levando a rupturas frequentes nos relacionamentos interpessoais.

Com base em Cordioli e Grevet (2018), a abordagem psicoterápica mais adequada ao caso descrito seria a terapia
Com base nos princípios gerais das psicoterapias descritos por Cordioli & Grevet (2018), assinale a alternativa correta.
Um homem de 30 anos apresenta histórico de episódios de retraimento social progressivo, abandono de trabalho e diminuição acentuada da comunicação verbal ao longo de dois anos. Durante entrevistas clínicas, mostra discurso empobrecido, contato ocular reduzido e embotamento afetivo. Relatos familiares indicam que, em determinados períodos, o paciente apresenta também ideias grandiosas de ser uma pessoa especialmente escolhida para “grandes missões espirituais”. Contudo, esses episódios não se acompanham de humor persistentemente elevado nem de comportamento expansivo ou impulsivo. Ele nega ouvir vozes ou ver coisas que os outros não veem, mas frequentemente parece reagir a estímulos internos.

Com base no DSM-5, o diagnóstico mais compatível é: