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No cenário contemporâneo de combate às mudanças climáticas, a fonte eólica se destaca como uma solução promissora na busca por alternativas mais sustentáveis de energia. Considerada limpa e renovável, ela é vista como fundamental na transição para uma matriz energética mais verde. No entanto, a crescente expansão dos parques eólicos, especialmente no Nordeste brasileiro, tem trazido à tona debates intensos sobre seus impactos ambientais e sociais. Em nosso país, especialmente no bioma da Caatinga, os parques eólicos têm sido criticados por causar desmatamento, afetar a fauna local e produzir barulho com o movimento das pás das hélices que transformam o sossego de antes no tormento de agora. Há casos em que os parques eólicos afetam inclusive a produção agrícola de subsistência. O que no início era esperança de renda para a gente pobre do Sertão nordestino, agora é um problema de saúde mental.
Disponível em: https://jornal.usp.br. Acesso em: 21 maio 2025 (adaptado).

Um professor de Geografia do 8º ano do Ensino Fundamental propôs uma atividade que permite aos estudantes compreenderem os impactos socioambientais da implantação de parques de energia eólica no Nordeste brasileiro, considerando o contexto do espaço geográfico dessa região. Qual atividade atende ao objetivo proposto pelo docente?
Uma única estrada asfaltada e estreita, rodeada de dunas com gigantescos cataventos brancos ao fundo desemboca no Quilombo do Cumbe, onde vivem 180 famílias. O nome da comunidade, localizada a 150 quilômetros de Fortaleza, é uma referência aos espaços onde escravizados africanos resistiam no período colonial. Séculos depois, esse povo segue tendo de resistir. Era 2007 quando a marisqueira Cleomar Ribeiro da Rocha, presidenta da Associação Quilombola do Cumbe, ouviu falar pela primeira vez sobre os riscos de apagão e a necessidade de gerar mais energia. Na época, um parque eólico começava a ser estruturado no território ancestral onde nasceu, cresceu, casou e criou seus cinco filhos. Falava-se em progresso e nos empregos que seriam gerados pela instalação de uma usina de energia renovável, praticamente sem impactos para os nativos. “A infância da gente foi nas gamboas (braços do rio). As mulheres iam pescar camarão nativo e arrastar siri e levavam as filhas. Hoje não temos mais acesso a muitas dessas áreas, foi tudo privatizado. A gente se sente como se estivesse sendo expulso do nosso lugar”, conta Cleomar.
BETIM, F.; JUCA, B. Os ventos da economia verde não sopram para o Quilombo do Cumbe.
Disponível em: https://brasil.elpais.com. Acesso em: 14 maio 2025 (adaptado).

Qual objetivo é adequado para uma aula que tenha como foco os impactos nos modos de vida presentes na região mencionada no texto?
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Para a adequada identificação das formas predominantes do relevo brasileiro por esse estudante, o professor
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Nesse contexto, a prática didática mais adequada a ser utilizada pelo professor para compreensão do conteúdo por esse estudante é a:

TEXTO 1


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://diariodoacre.com.br. Acesso em: 25 maio 2025


TEXTO 2


Além da presença do crime organizado, outro fator explica a tendência de alta letalidade na Amazônia. Enquanto a composição da estrutura da população brasileira é cada vez de menos jovens, a Amazônia viverá até meados de 2030 um bônus demográfico, de acordo com uma publicação do projeto Amazônia 2030. Serão mais jovens e menos idosos, e essa faixa etária de até 29 anos tem risco elevado de mortalidade por homicídio.


Disponível em: https://oglobo.globo.com. Acesso em: 25 maio 2025.



Em uma aula interdisciplinar sobre a violência na Amazônia Legal, utilizando como suporte os textos apresentados, os professores problematizam a violência disseminada por facções criminosas como um componente