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A respeito do uso de antipsicóticos, avalie as afirmativas a seguir.

I. Antipsicóticos típicos, também chamados de convencionais, atuam principalmente por meio do bloqueio dos receptores dopaminérgicos do tipo D2.
II. O uso de antipsicóticos típicos pode estar associado ao agravamento de sintomas extrapiramidais.
III. Antipsicóticos atípicos tendem a causar menos efeitos extrapiramidais em comparação com os antipsicóticos típicos.

Está correto o que se afirma em
Homem de 48 anos é levado por seus filhos para a emergência de hospital municipal com histórico de etilismo crônico. Segundo os familiares, ele consome bebidas destiladas quase todos os dias e mantém alimentação bastante irregular.

Há 5 dias, apresenta episódios de confusão mental e quedas frequentes. Está há 3 dias sem ingerir álcool, mas sem melhora clínica. No exame físico, observa-se paciente caquético, desorientado no tempo e no espaço, com nistagmo horizontal bilateral, dificuldade de atenção, marcha instável e equilíbrio prejudicado. Não há relato de trauma craniano.

Com base no quadro clínico agudo, a hipótese diagnóstica mais provável é
Mulher de 77 anos, com histórico de diabetes tipo 2, hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia, procura atendimento psiquiátrico relatando que, há cerca de 1 ano, tem feito ligações frequentes para os filhos ao longo do dia, com receio constante de que algo ruim possa ter acontecido com eles. Refere estar constantemente irritada, com dores musculares e “muito nervosa”. Aproveita a consulta para relatar também sensação de formigamento e dor em queimação nos pés, com início há cerca de 2 anos e piora progressiva.

Avaliando as comorbidades clínicas e os sintomas descritos, a abordagem farmacológica mais adequada é
Idoso com 67 anos e sem antecedentes psiquiátricos passou a apresentar alucinações visuais ao longo dos últimos dois anos. Após uso de haloperidol, desenvolveu rigidez muscular progressiva, compatível com síndrome parkinsoniana e piora dos delírios e alucinações.

Considerando a inexistência de causas infecciosas, tumorais ou tóxicas, o diagnóstico mais compatível com o quadro clínico e a conduta apropriada são, respectivamente,
Menino de 8 anos, apresenta episódios frequentes de incontinência fecal na roupa íntima, mesmo após já ter aprendido a usar o banheiro. Há queixas de dor durante a evacuação e um histórico de constipação crônica com retenção voluntária das fezes. O exame físico indica impacto fecal sem alterações estruturais ou neurológicas.

Avaliando o quadro clínico, o diagnóstico que melhor corresponde a essa situação é