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Paciente do sexo masculino, 10 anos, portador de leucemia
linfoblástica aguda em indução (dia?14 de quimioterapia), com
neutropenia absoluta (<?500?cél/mm³) com cateter venoso
central tipo Port?a?Cath. É atendido na emergência com febre de
39,2 oC, prostração progressiva e extremidades frias há 3 horas.
Na triagem apresenta: PA 78/45 mmHg (percentil < 5 para a
idade), FC 152 bpm, FR 32 ipm, SatO? 93 % em ar ambiente,
tempo de enchimento capilar 5 s, pulsos periféricos filiformes.
Diurese das últimas 6 h: 0,3 mL/kg/h. Ausculta cardíaca e
pulmonar sem alterações. Abdome sem visceromegalias. Pele
sem exantemas visíveis. Exames iniciais: lactato sérico
4,2?mmol/L, leucócitos totais 1.500 cél/mm³ com 4?% neutrófilos,
hematócrito 28?%, plaquetas 48.000/mm³, PCR 10 mg/dL.
Glicemia 84 mg/dL. Cateter aparentemente pérvio, sem sinais
flogísticos cutâneos. Equipe de enfermagem já obteve acesso
venoso periférico calibre 20 G bilateralmente. Diante do quadro
descrito, das seguintes condutas, assinale a que representa o
manejo inicial mais adequado ainda na primeira hora de
atendimento (terapia de “hora de ouro”).
Paciente de 9 anos, cursando o 3º ano do ensino fundamental, é
trazido pela mãe por apresentar, há cerca de 2 anos,
comportamento cada vez mais desafiador e conflituoso em casa e
na escola. Relatos incluem discussões frequentes com adultos,
recusa em obedecer regras, irritabilidade, e tendência a culpar os
outros por seus próprios erros. Na escola, o paciente costuma
contestar professores e provocar colegas, sem, contudo,
envolver?se em agressões físicas graves ou destruição de
propriedade.
Os episódios são diários e prejudicam muito a dinâmica familiar e a acadêmica. Não há evidência de crises de raiva explosiva acompanhadas de agressão física nem de sintomas persistentes de humor deprimido ou eufórico. Questionado sobre o relacionamento com os irmãos, a mãe refere discussões verbais, mas sem agressão física. Não há histórico de uso de substâncias, maltrato ou doença crônica. Ao exame não se notam anormalidades físicas, neurológicas ou cognitivas. Os marcos neuropsicomotores do menino estão dentro dos limites de normalidade.
Com base nesses achados, dos diagnósticos a seguir, o mais provável é
Os episódios são diários e prejudicam muito a dinâmica familiar e a acadêmica. Não há evidência de crises de raiva explosiva acompanhadas de agressão física nem de sintomas persistentes de humor deprimido ou eufórico. Questionado sobre o relacionamento com os irmãos, a mãe refere discussões verbais, mas sem agressão física. Não há histórico de uso de substâncias, maltrato ou doença crônica. Ao exame não se notam anormalidades físicas, neurológicas ou cognitivas. Os marcos neuropsicomotores do menino estão dentro dos limites de normalidade.
Com base nesses achados, dos diagnósticos a seguir, o mais provável é
Lactente do sexo masculino, 7 meses de idade, previamente
hígido, é trazido à emergência com história de início súbito de
episódios de choro intenso, acompanhado de flexão das pernas
contra o abdome, intercalados com períodos de aparente
bem?estar. Nas últimas 6 horas evoluiu com vômitos biliosos e
eliminação de fezes com muco-sanguinolentas. Ao exame físico:
irritado, pálido, frequência cardíaca 168 bpm, pressão arterial
90/55 mmHg, temperatura 37,4 oC. Abdome discretamente
distendido; à palpação, nota?se massa alongada e firme no
hipocôndrio direito. Sem sinais de peritonite. De imediato, você
solicita dois acessos venosos para iniciar a reposição volêmica.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o seguinte exame deve ser solicitado como próximo passo para confirmar o diagnóstico:
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o seguinte exame deve ser solicitado como próximo passo para confirmar o diagnóstico:
Lactente do sexo masculino, 6 meses de idade, sem história de
internações prévias, é trazido à consulta por apresentar diarreia
crônica com fezes volumosas, amareladas, fétidas e oleosas
desde os 3 meses de vida. A mãe relata que o bebê tem
dificuldade para ganhar peso, apesar de se alimentar bem. Exame
físico: paciente ativo, com peso e estatura abaixo do percentil 3
para a idade, presença de baqueteamento digital e leve distensão
abdominal. Não há alterações respiratórias evidentes no
momento da consulta. Foi realizado teste do pezinho ampliado,
com suspeita de alteração metabólica, ainda sem confirmação
diagnóstica.
O próximo passo mais apropriado na investigação diagnóstica é
O próximo passo mais apropriado na investigação diagnóstica é
Menino de 6 anos, previamente hígido, é trazido ao pronto
atendimento com lesões cutâneas pruriginosas no abdome, coxas
e membros superiores há 5 dias. As lesões iniciaram como
pápulas eritematosas que evoluíram para vesículas agrupadas
com base eritematosa, com posterior formação de crostas
melicéricas. Não há febre ou outros sintomas sistêmicos. A mãe
relata que a criança frequenta escola e recentemente teve
contato com um primo que apresentou lesões semelhantes.
Ao exame físico, observam-se múltiplas lesões crostosas com áreas de exsudação na região periumbilical e membros superiores, além de algumas vesículas íntegras e pústulas em estágio inicial. Não há sinais de sistêmicos. Não se notam linfadenomegalia, lesões orais ou mucosas.
O diagnóstico mais provável e a conduta inicial recomendada são
Ao exame físico, observam-se múltiplas lesões crostosas com áreas de exsudação na região periumbilical e membros superiores, além de algumas vesículas íntegras e pústulas em estágio inicial. Não há sinais de sistêmicos. Não se notam linfadenomegalia, lesões orais ou mucosas.
O diagnóstico mais provável e a conduta inicial recomendada são