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Homem de 62 anos, tabagista e etilista crônico, apresenta perda
ponderal de 12 kg em 3 meses, anorexia e epigastralgia.
Endoscopia digestiva alta revela lesão ulcerada na pequena
curvatura gástrica, com bordas elevadas e infiltradas. A biópsia
confirma adenocarcinoma gástrico. O paciente é submetido a
gastrectomia subtotal com linfadenectomia D2.
O anatomopatológico revela:
– tumor de 4,2 cm infiltrando até a subserosa (pT3);
– metástase em 4 linfonodos regionais (pN2);
– ausência de metástases à distância (pM0).
O estadiamento patológico (pTNM, AJCC 8ª edição) desse paciente é
O anatomopatológico revela:
– tumor de 4,2 cm infiltrando até a subserosa (pT3);
– metástase em 4 linfonodos regionais (pN2);
– ausência de metástases à distância (pM0).
O estadiamento patológico (pTNM, AJCC 8ª edição) desse paciente é
Um paciente de 42 anos, com histórico de obesidade e apneia
obstrutiva do sono, apresenta queixas de sonolência diurna
excessiva e dificuldade para controlar a ingestão alimentar,
especialmente à noite. Ele relata que acorda várias vezes durante
a noite e sente fome mesmo após refeições completas.
Exames laboratoriais mostram:
– leptina sérica elevada;
– grelina plasmática aumentada;
– resistência à insulina leve;
– perfil lipídico com triglicerídeos discretamente elevados.
Considerando o caso descrito, assinale a opção que melhor explica a interação entre os hormônios reguladores do apetite e a qualidade do sono do paciente.
Exames laboratoriais mostram:
– leptina sérica elevada;
– grelina plasmática aumentada;
– resistência à insulina leve;
– perfil lipídico com triglicerídeos discretamente elevados.
Considerando o caso descrito, assinale a opção que melhor explica a interação entre os hormônios reguladores do apetite e a qualidade do sono do paciente.
Paciente feminina, 26 anos, apresenta fadiga crônica,
desconforto abdominal pós-prandial e episódios esporádicos de
diarreia, sem perda ponderal significativa. Tem histórico de
anemia ferropriva refratária a suplementação oral.
Exames recentes mostram:
– Hemograma: anemia ferropriva.
– Sorologias: anticorpos transglutaminase tecidual IgA e antiendomísio IgA negativos, mas paciente possui deficiência seletiva de IgA documentada.
– Endoscopia digestiva alta: mucosa duodenal levemente irregular, pregas parcialmente achatadas, sem erosões visíveis.
– Biópsia duodenal: linfocitose intraepitelial discreta, hiperplasia das criptas, atrofia vilosa parcial em algumas áreas.
Considerando o caso clínico, a conduta diagnóstica mais adequada é
Exames recentes mostram:
– Hemograma: anemia ferropriva.
– Sorologias: anticorpos transglutaminase tecidual IgA e antiendomísio IgA negativos, mas paciente possui deficiência seletiva de IgA documentada.
– Endoscopia digestiva alta: mucosa duodenal levemente irregular, pregas parcialmente achatadas, sem erosões visíveis.
– Biópsia duodenal: linfocitose intraepitelial discreta, hiperplasia das criptas, atrofia vilosa parcial em algumas áreas.
Considerando o caso clínico, a conduta diagnóstica mais adequada é
Paciente do sexo masculino, 38 anos, com história de doença de
Crohn ileocecal diagnosticada há 10 anos. Evoluiu com estenoses
cicatriciais e episódios de suboclusão intestinal, sendo submetido
a íleo- colectomia direita com anastomose íleo-transversa há
14 meses. Retorna à consulta com dor abdominal intermitente,
diarreia (> 6 episódios-dia) e perda ponderal. Está em uso de
terapia imunobiológica com anti-TNF associada a
imunossupressor (azatioprina). Seu médico assistente solicita
colonoscopia, que mostra:
– anastomose íleo-transversa prévia, sem estenose;
– segmento de neo-íleo distal com múltiplas úlceras aftoides, algumas isoladas e outras em pequenos grupos (total estimado: 6-7); uma úlcera curta (entre 1 e 2 cm) confinada à anastomose; mucosa normal entre as ulcerações; ausência de inflamação difusa extensa.
Com base nesses achados, o escore de Rutgeerts mais adequado para classificar esse paciente é
– anastomose íleo-transversa prévia, sem estenose;
– segmento de neo-íleo distal com múltiplas úlceras aftoides, algumas isoladas e outras em pequenos grupos (total estimado: 6-7); uma úlcera curta (entre 1 e 2 cm) confinada à anastomose; mucosa normal entre as ulcerações; ausência de inflamação difusa extensa.
Com base nesses achados, o escore de Rutgeerts mais adequado para classificar esse paciente é
Paciente do sexo masculino, 33 anos, previamente assintomático,
relata episódios esporádicos de hematoquezia (“sangue está
pingando no vaso sanitário ao final da evacuação”), sem
proctalgia, sem diarreia, sem muco ou pus nas fezes. Nega perda
ponderal e dores abdominais. Nega comorbidades. Nega
tabagismo e etilismo. Nega história familiar de câncer colorretal.
A conduta inicial mais adequada é
A conduta inicial mais adequada é