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A literatura em imunonutrição demonstra que a microbiota intestinal, por meio da produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), exerce influência sobre epigenética, diferenciação de células T regulatórias e integridade epitelial. Em estados de disbiose, o desequilíbrio desses metabólitos acarreta alterações na resposta imune e na homeostase intestinal. Considerando os principais AGCC e suas funções, qual alteração é fisiologicamente mais consistente nesses cenários?
Estudos recentes em fisiologia molecular apontam que determinados aminoácidos exercem papel sinalizador na ativação da via mTORC1, modulando síntese proteica, crescimento celular e resposta imunometabólica. Considerando o papel diferencial desses substratos, qual aminoácido apresenta maior relevância na regulação direta dessa via metabólica?
Em gestação saudável, sem inflamação, sobretudo no segundo-terceiro trimestres, a hepcidina cai para facilitar dinâmica férrica materno-fetal. Qual proposição integra mecanismo e resposta ao ferro oral de modo consistente?
A nutrição em terapia intensiva, segundo McClave et al. (ASPEN Guidelines,2016), prioriza a via enteral quando o trato gastrointestinal é funcional. Contudo, em choque séptico refratário, a tolerância enteral inicial pode agravar instabilidade hemodinâmica. Qual conduta inicial alinha-se ao consenso atual?
A detoxificação nitrogenada depende do ciclo da ureia, cuja falha pode levar a encefalopatia hiperamonêmica. Murray et al. (2021) descrevem que a carbamoil-fosfato sintetase I representa etapa regulatória crítica. Em estado de catabolismo proteico acentuado, qual desfecho fisiopatológico predomina?