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Escrito em 1915, Luto e melancolia investiga os dois estados que dão título ao trabalho, ressaltando o aspecto natural do primeiro e o aspecto complexo e enigmático que reveste o segundo.


Acerca da temática de Luto e melancolia, aponte se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas a seguir:



I Aaron Beck buscou uma base empírica para a teoria da melancolia freudiana.


II No luto, o mundo se torna pobre e vazio; na melancolia, o próprio eu do sujeito sofre esse processo de empobrecimento, esvaziamento e aridez.


III Um aspecto importante na investigação da melancolia é a questão da identificação do melancólico com o objeto perdido.



As afirmativas I, II e III são, respectivamente,

De acordo com Ponciano a psicoterapia é um tratamento, por meios psicológicos, de problemas de natureza emocional, no qual uma pessoa treinada estabelece um relacionamento profissional com um paciente, com o objetivo de

Com intuito de fazer uma crítica construtiva ao estatuto teórico e prático da psicologia da saúde em seu estágio atual de desenvolvimento, Marks constrói seu argumento a partir da análise de sete pontos:



1) a natureza derivativa de suas teorias; 2) a predominância do enfoque clínico; 3) o viés individualista; 4) a desvinculação das políticas sociais; 5) a falta de desenvolvimento de medidas adequadas; 6) o fracasso em lidar com as desigualdades; 7) a falta de treinamento apropriado para os psicólogos da saúde.


Spink, em seu livro Psicologia Social e Saúde – Práticas, saberes e sentidos, realiza o agrupamento dos sete tópicos de Marks em três pontos: 1) o viés individualista e consequente predominância do enfoque clínico; 2) a natureza derivativa de suas teorias e o fracasso no desenvolvimento de medidas apropriadas; 3) a falta de atenção às questões sociais, seja no que tange à contribuição às políticas públicas ou à questão das desigualdades sociais.



Todos os três pontos colocados por Spink, em seu conjunto, desembocam na questão final, o(a)

O psicanalista e escritor Antonio Quinet elucida, em sua escrita no livro Teoria e Clínica Da Psicose, inúmeros aspectos que se referem à estrutura psíquica das psicoses. Segundo Quinet, o divisor de águas entre o campo das neuroses e o campo das psicoses é

“Falar da psicose ao invés de as psicoses é acentuar a psicose como uma estrutura clínica, uma estrutura que se revela no dizer do sujeito e que corresponde a um modo particular de articulação dos registros do real, simbólico e imaginário. É também acentuar que na psicose, assim como na neurose, trata-se da estrutura da linguagem, ou melhor, da relação do sujeito com o significante”. (Quinet)


Sobre as ideias apresentadas por Quinet em Teoria e Clínica da Psicose, aponte se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas a seguir:



I Em 1894, Freud, no artigo “Psiconeuroses de defesa”, afirmava que existe na psicose uma espécie de defesa muito menos enérgica e eficaz que na neurose.


II A diferença entre paranoia e obsessão, porém, encontra-se no fato de que na paranoia as recriminações são projetadas no mundo exterior e na obsessão elas se mantêm no mundo interior.


III O objetivo da paranoia é rejeitar uma representação incompatível com o eu projetando seu conteúdo no mundo exterior, observando que a projeção é um mecanismo comum, não específico da paranoia, onde é utilizada apenas como defesa.


IV Na esquizofrenia chama-nos a atenção dois tipos de fenômenos: as alucinações, ou seja, as vozes, e as manifestações corporais de toda ordem.



As afirmativas I, II, III e IV são, respectivamente,