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A profissionalização da Enfermagem brasileira articula legados histórico-organizativos do modelo nightingaleano à institucionalização jurídico-regulatória. A Lei nº 7.498/1986 dispõe sobre o exercício profissional, e o Decreto nº 94.406/1987 detalha as atribuições privativas do enfermeiro (p.ex., direção do serviço de enfermagem, consulta de enfermagem/SAE e prescrição de assistência de enfermagem), além de admitir prescrição de medicamentos e solicitação de exames quando previstos em programas públicos ou rotinas aprovadas (ato não privativo em geral). O Código de Ética – Res. COFEN nº 564/2017 ancora dignidade, autonomia, confidencialidade e responsabilidade social. À luz desses marcos, qual alternativa descreve com maior precisão os atos privativos do enfermeiro, distinguindo-os de competências apenas compartilhadas sob protocolo?
A intervenção em idosos requer abordagem multicomponente, ancorada em avaliação funcional, estratificação de risco e periodização individualizada, combinando força (inclusive potência), equilíbrio/coordenação, resistência cardiorrespiratória, treino funcional e estratégias de redução do comportamento sedentário. Ensaios mostram melhora de sarcopenia, fragilidade, velocidade de marcha, TUG e desempenho em AVDs, além de redução de quedas quando há progressão supervisonada, educação para autogestão segura e integração com cuidados de saúde. Intervenções unicomponentes podem gerar benefícios parciais, mas não substituem o efeito sinérgico do programa multicomponente. Considerando essa síntese, qual proposição traduz, com base em evidência robusta, a intervenção preferencial para autonomia e segurança?
O exercício profissional em Educação Física exige prescrição segura baseada em evidências, confidencialidade, gestão de conflitos de interesse e vedação a práticas nocivas (p.ex., doping), com respeito à autonomia e dignidade do praticante. Considerando simultaneamente esses eixos normativos-bioéticos, qual proposição é mais consistente?
Especificamente sobre o papel dos circuitos corticais e subcorticais (M1/SMA, cerebelo, gânglios da base) no controle e na aprendizagem motora, qual proposição está mais alinhada à literatura contemporânea?
Revisões recentes sobre hipertrofia muscular indicam que os determinantes primários do anabolismo ocorrem no nível do mecanismo local de mecanotransdução: tensão mecânica (picos e tempo sob tensão), estresse metabólico (acúmulo de metabólitos) e volume/ proximidade da falha, que convergem para ativação de mTORC1, síntese proteica miofibrilar e remodelamento estrutural. Nessa moldura, respostas hormonais sistêmicas agudas (p. ex., GH, IGF-1, testosterona circulante) têm papel permissivo/modulador, mas não preditivo causal direto da hipertrofia quando isoladas do estímulo mecânico, do aporte proteico e do contexto de treino. Assim, a explicação robusta do ganho de massa exige integrar mecânica do exercício, nutrição, sono, e recuperação, evitando leituras reducionistas baseadas somente em picos endócrinos. Qual proposição expressa com maior rigor esse entendimento atual?