FGV - 2025 - AL-AM - Jornalista
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Ao estudar as transformações do texto jornalístico nos anos 1950, Ribeiro (2000) trata de “um acréscimo brasileiro à técnica norte-americana de abertura de texto. Consistia no segundo parágrafo da notícia, que ou desenvolvia fatos mencionados no primeiro ou agrupava outros cuja importância inferior àqueles”.
A autora trata do
O papel couché é bastante utilizado na indústria gráfica, sendo indicado para diversos tipos de impressos, a exceção de um. Assinale-o.
Na “Classificação Marques de Melo”, que se fundamenta “em observações empíricas do jornalismo brasileiro no quinquênio 2002-2007” (MELO,2009), o autor propõe cinco gêneros: 1. Informativo; 2. Opinativo; 3. Diversional; 4. Utilitário e 5. Interpretativo, que abarcam respectivamente os seguintes formatos:
Leia o trecho da matéria publicada no site da Amazônia Real

“+Admirados Jornalistas Brasileiros premia Kátia Brasil e Lúcio Flávio Pinto

Por Nicoly Ambrosio Publicado em: 01/10/2025 às 12:26
Manaus (AM) – A jornalista Kátia Brasil, cofundadora e editora executiva da Amazônia Real, foi vencedora do primeiro lugar no Prêmio +Admirada Jornalista Brasileira na categoria Região Norte e o jornalista e colunista da agência, Lúcio Flávio Pinto, recebeu o título de Hors Concours do Jornalismo Brasileiro. O anúncio foi feito na cerimônia de comemoração do aniversário de 30 anos do Jornalistas & Cia, empresa organizadora da premiação, que reuniu mais de 400 pessoas, entre jornalistas, profissionais da comunicação e de empresas, na noite de segunda-feira (29/9), em São Paulo. O jornalista Caco Barcellos, da Rede Globo, foi eleito o +Admirado Jornalista Brasileiro de 2025.
Com 35 anos de profissão, Kátia Brasil iniciou sua carreira como estagiária na rádio Tupi e fundou o jornal Folha de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Em 1990 mudou-se para a Amazônia, onde passou pelas redações dos jornais A Gazeta de Roraima, Amazonas Em Tempo, emissoras de TVs Educativa e Cultura. Em 1997, passou a ser repórter-correspondente de grandes jornais no Norte, entre eles o Globo, Estadão e a Folha de S. Paulo. Em 2013, fundou junto com Elaíze Farias a agência Amazônia Real, a primeira mídia independente e investigativa dirigida por mulheres no Norte do Brasil.
Kátia Brasil, que recebeu a premiação da +Admirada Jornalista do Norte, eleita por votação dos colegas de todo o país, das mãos do correspondente da empresa Jornalistas & Cia no Amazonas, Chris Reis. A editora executiva da Amazônia Real também figurou no prêmio TOP 100 +Admirados Jornalistas da Imprensa Brasileira em 2025 em reconhecimento à sua trajetória no jornalismo investigativo e independente, com foco nas pautas sobre meio ambiente, povos tradicionais e nos direitos humanos na Amazônia. (...)”

De acordo com a classificação proposta pelo professor Marques de Melo, a matéria acima integra o gênero
Leia o texto publicado na editoria de Opinião no Portal A Crítica.com, em outubro de 2025.

“O TFFF e as questões à espera de respostas

O Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês) exige, pelo menos dos pesquisadores e das organizações do movimento social vinculadas a essa temática, um estudo profundo. Como o fundo será utilizado, quem irá manejar as cordas, quais os riscos e as vantagens às florestas tropicais e aos demais seres vivos que nela habitam? São algumas das questões a serem respondidas à luz da ciência.
(...) Alguns estudiosos e líderes de organizações socioambientais veem o TFFF como meio de “monetização dos serviços ecossistêmicos das florestas tropicais”. Tratar-se-ia de uma armadilha que, na base, promove negócios econômico-financeiros sob o comando de governos mundiais a partir da floresta e não contempla as comunidades tradicionais e os povos indígenas que nelas habitam.
Estudar a proposta, apresentar as ameaças que a mesma contém e indicar mudanças na concepção do TFFF tornou-se necessidade de curto prazo. Responsabilidade e transparência na formulação de caminhos para assegurar a vida das florestas tropicais e todo o serviço que elas oferecem à humanidade é o grande desafio.
Até agora, as experiências foram na direção da destruição contínua das florestas como meio de fazer valer o desenvolvimento do mundo. O preço tem sido muito elevado, e o resultado demonstra aprofundamento da desigualdade, concentração da riqueza, aceleração do processo de destruição das florestas e do manancial ecológico por ela ofertado.
O modelo de desenvolvimento vigente não permitirá estabelecer outra forma de relação com as florestas e, sim, aumentar o valor dela no mercado mundial — daí a forte presença do componente bancário na concepção do fundo.
Não é para abandonar a proposta de posicionar as florestas tropicais como bens da humanidade e, por isso, devem ser protegidas, conservadas e preservadas, pois todos — os que a destroem e os que com ela estabelecem outras formas de convivência — delas necessitam.
É para olhar com atenção o TFFF e estabelecer debates com a sociedade.”

Esse texto não está assinado, caracterizando-se como um (a)