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O Feudalismo foi uma forma de organização econômica, social e política que vigorou na Europa Ocidental durante a Era Medieval, entre os séculos V e XV. Seu nome deriva do benefício ou feudo. Em relação ao feudalismo, podemos afirmar que:
“A geração de 1880-1914 assistiu a uma das mutações históricas mais significativas dos tempos modernos. Com efeito, foi no decorrer desse período que a África, um continente com cerca de trinta milhões de quilômetros quadrados, se viu retalhada, subjugada e efetivamente ocupada pelas nações industrializadas da Europa. Os historiadores até agora não têm a dimensão real das consequências desastrosas, quer para o colonizado quer para o colonizador, desse período de guerras contínuas, embora em geral sublinhem que se tratou de uma época de transformações revolucionárias fundamentais.
A importância dessa fase histórica, no entanto, vai muito além da guerra e das transformações que a caracterizaram. No passado, impérios ergueram-se e desmoronaram conquistas e usurpações também são tão antigas como a própria história, e, desde há muito, diversos modelos de administração e de integração coloniais tem sido experimentado. A África foi o último continente subjugado pela Europa. O que há de notável nesse período e, do ponto de vista europeu, a rapidez e a facilidade relativa com que, mediante um esforço coordenado, as nações ocidentais ocuparam e submeteram um continente assim tão vasto. É um fato sem precedentes na história.”


História geral da África, VII: África sob dominação colonial,1880-1935 / editado por Albert Adu Boahen. – 2.ed. rev. – Brasília : UNESCO,2010. P.21

Com base nas informações do texto acima, podemos inferir que a dominação imperialista da África foi resultante de:
“A feição deles é serem pardos, maneira de avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bemfeitos. Andam nus, sem nenhuma cobertura. Nem estimam de cobrir ou de mostrar suas vergonhas; e nisso têm tanta inocência como em mostrar o rosto. Ambos traziam os beiços de baixo furados e metidos neles seus ossos brancos e verdadeiros, de comprimento duma mão travessa, da grossura dum fuso de algodão, agudos na ponta como um furador....” “Nela, até agora, não pudemos saber que haja ouro, nem prata, nem coisa alguma de metal ou ferro; nem lho vimos. Porém a terra em si é de muito bons ares, assim frios e temperados como os de Entre Douro e Minho, porque neste tempo de agora os achávamos como os de lá. Águas são muitas; infindas. E em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo, por bem das águas que tem. Porém o melhor fruto, que nela se pode fazer, me parece que será salvar esta gente. E esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza em ela deve lançar.”

Carta de Pero Vaz de Caminha. https://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/carta.pdf.

Com base na Carta de Caminha, podemos inferir que
Na política, desenvolveu a doutrina do “Direito Divino”, na qual afirmava que qualquer governo formado legalmente, expressava a vontade de Deus, que sua autoridade é sagrada e que qualquer rebelião contra ela é criminosa. Destacou também que a responsabilidade do soberano é se comportar como a imagem de Deus e governar para os súditos como um bom pai e não ser afetado por seu poder.
O texto faz referência a que pensador absolutista da Era Moderna:
A Grécia Antiga foi o berço da democracia. O formulador das leis atenienses considerado o Pai da democracia foi Clístenes. Como forma de manter a liberdade do povo e evitar a instalação de um regime autoritário, Clístenes criou um mecanismo de banimento àquele que representasse uma ameaça à ordem democrática com o exílio ou banimento da cidade de Atenas por um período de 10 anos.
O texto faz referência a (ao):