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De início, o Grupo foi influenciado por Mondrian e pelos neoplasticistas, valorizando a invenção das formas e os trabalhos seriais e modulados. Mas a presença da delegação suíça na I Bienal e as concepções de Max Bill provocaram uma ruptura notável no trabalho daqueles artistas. Foi de tal índole o impacto da delegação suíça da 1 Bienal que quase instantaneamente todos deixam a tela pintada a óleo e, seguindo as observações dos suíços […] passam a pintar sobre Eucatex, recorrendo logo ao esmalte para a mais rigorosa pintura das superfícies, aos poucos abandonando o pincel pela pistola, evitando, portanto, não apenas o material de remanescência artesanal, como a sua manipulação, em favor de um processo mais diretamente relacionado com a indústria.
(Barcinski, Sobre a arte brasileira da Pré-História aos anos 1960,2015. Adaptado)
O descritivo aponta para a produção artística do Grupo
A Bienal de São Paulo foi criada em 1951, uma das mais relevantes instituições voltadas para a arte no país, a qual, propiciou o intercâmbio com artistas de diversas nações, dinamizando os meios artísticos nacionais e internacionais.
A Bienal de São Paulo foi criada como evento
Observe a imagem a seguir:

(A Cobra Grande Manda para Sua Filha a Noz de Tucumã,1921. Disponível em: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/obras/ 82367-a-cobra-grande-manda-para-sua-filha-a-noz-de-tucuma)
Essa obra foi produzida por um artista participante da Semana de 1922, não pertencente ao grupo paulista, mas que, mesmo antes do período, já realizava pesquisas plásticas integrando elementos da linguagem marajoara às suas pinturas e ilustrações associadas à Escola de Paris.
Esse(a) artista é
A exposição de Anita Malfatti, em 1917/1918, ofereceu aos públicos locais uma produção com referências às vanguardas expressionistas, que estimulou o debate crítico a partir da publicação do artigo, denominado a posteriori, Paranoia ou mistificação, servindo para que o grupo de artistas alinhados ao modernismo atuasse em torno da artista.
O artigo Paranoia ou mistificação é de autoria de
O termo “jogo teatral” é de uso corrente em língua portuguesa, referindo-se de forma genérica ao jogo de cena ou à qualidade lúdica do teatro. Spolin estabelece originalmente uma diferença entre dramatic play (jogo dramático*) e game (jogo de regras). O termo theater game é originalmente cunhado por Spolin em língua inglesa (mais tarde a autora viria a registrar sua proposta educacional como Spolin games). Do ponto de vista teórico, a diferença mais importante reside na relação com o corpo. O puro fantasiar (dramatic play) é substituído, no processo de aprendizagem, por uma representação corporal consciente.
(Koudela, Léxico de pedagogia do teatro, 2015. Adaptado)
Na busca por uma representação que evite imitação irrefletida ou mera cópia, a autora elabora o princípio